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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Rússia: aviões não identificados atacam território da oposição síria

O chefe da Direção-Geral de operações do Estado Maior da Rússia, coronel-general Andrei Kartapolov, informou nesta sexta-feira (16) que na fronteira sírio-jordaniana, onde a força aérea russa e síria jamais atuaram, foram identificados rastros de ataques aéreos em edifícios comerciais.


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O general disse que "este território nunca foi dominado por terroristas do Estado islâmico e, desde 2013, esta área é controlada pelo Exército Sírio Livre".


Aviação russa atinge posto de controle do Estado Islâmico na Síria
© Foto: Screenshot: YouTube

Segundo ele, "os aviões russos nunca trabalharam nessa região, e a aviação síria, segundo nossos dados, também não atuou".

Ao apresentar evidências com fotografias das posições atacadas, o general mostrou que “ao redor de casas de jardim não havia nenhum sinal de atividade militar, nem trincheiras, nem sinais de equipamento militar, eram apenas construções para manter ferramentas agrícolas”.

Segundo ele, “parece que pilotos realizavam treinamento ou efetuaram o bombardeio para entregar a seus comandantes um relatório sobre o cumprimento de missões de combate”.

Andrei Kartapolov aproveitou para lançar um alerta para incidentes que podem acontecer no espaço aéreo sírio. "Agora o céu da Síria está repleto de aeronaves. Tal intensidade de uso descoordenado de aeronaves em espaço aéreo relativamente pequeno mais cedo ou mais tarde pode levar a algum incidente", afirmou.

Em 30 de setembro a aviação russa começou a bombardear as posições do grupo terrorista Estado Islâmico na Síria, após um pedido do presidente sírio, Bashar Assad.



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