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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Rússia: aviões não identificados atacam território da oposição síria

O chefe da Direção-Geral de operações do Estado Maior da Rússia, coronel-general Andrei Kartapolov, informou nesta sexta-feira (16) que na fronteira sírio-jordaniana, onde a força aérea russa e síria jamais atuaram, foram identificados rastros de ataques aéreos em edifícios comerciais.


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O general disse que "este território nunca foi dominado por terroristas do Estado islâmico e, desde 2013, esta área é controlada pelo Exército Sírio Livre".


Aviação russa atinge posto de controle do Estado Islâmico na Síria
© Foto: Screenshot: YouTube

Segundo ele, "os aviões russos nunca trabalharam nessa região, e a aviação síria, segundo nossos dados, também não atuou".

Ao apresentar evidências com fotografias das posições atacadas, o general mostrou que “ao redor de casas de jardim não havia nenhum sinal de atividade militar, nem trincheiras, nem sinais de equipamento militar, eram apenas construções para manter ferramentas agrícolas”.

Segundo ele, “parece que pilotos realizavam treinamento ou efetuaram o bombardeio para entregar a seus comandantes um relatório sobre o cumprimento de missões de combate”.

Andrei Kartapolov aproveitou para lançar um alerta para incidentes que podem acontecer no espaço aéreo sírio. "Agora o céu da Síria está repleto de aeronaves. Tal intensidade de uso descoordenado de aeronaves em espaço aéreo relativamente pequeno mais cedo ou mais tarde pode levar a algum incidente", afirmou.

Em 30 de setembro a aviação russa começou a bombardear as posições do grupo terrorista Estado Islâmico na Síria, após um pedido do presidente sírio, Bashar Assad.



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