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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia: aviões não identificados atacam território da oposição síria

O chefe da Direção-Geral de operações do Estado Maior da Rússia, coronel-general Andrei Kartapolov, informou nesta sexta-feira (16) que na fronteira sírio-jordaniana, onde a força aérea russa e síria jamais atuaram, foram identificados rastros de ataques aéreos em edifícios comerciais.


Sputnik

O general disse que "este território nunca foi dominado por terroristas do Estado islâmico e, desde 2013, esta área é controlada pelo Exército Sírio Livre".


Aviação russa atinge posto de controle do Estado Islâmico na Síria
© Foto: Screenshot: YouTube

Segundo ele, "os aviões russos nunca trabalharam nessa região, e a aviação síria, segundo nossos dados, também não atuou".

Ao apresentar evidências com fotografias das posições atacadas, o general mostrou que “ao redor de casas de jardim não havia nenhum sinal de atividade militar, nem trincheiras, nem sinais de equipamento militar, eram apenas construções para manter ferramentas agrícolas”.

Segundo ele, “parece que pilotos realizavam treinamento ou efetuaram o bombardeio para entregar a seus comandantes um relatório sobre o cumprimento de missões de combate”.

Andrei Kartapolov aproveitou para lançar um alerta para incidentes que podem acontecer no espaço aéreo sírio. "Agora o céu da Síria está repleto de aeronaves. Tal intensidade de uso descoordenado de aeronaves em espaço aéreo relativamente pequeno mais cedo ou mais tarde pode levar a algum incidente", afirmou.

Em 30 de setembro a aviação russa começou a bombardear as posições do grupo terrorista Estado Islâmico na Síria, após um pedido do presidente sírio, Bashar Assad.



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