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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Rússia convoca UE a combater Estado Islâmico e restaurar economia da Síria

O representante da Rússia na União Europeia, Vladimir Chizhov, pediu nesta sexta-feira que os países europeus contribuam na luta contra o Estado Islâmico e ajudem a restaurar a economia da Síria.


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"Não é por acaso que em nossa capital, Moscou, já tenham se reunido duas vezes representantes de diversos grupos do governo e de oposição sírios para discutir uma solução política da crise interna", destacou, afirmando ainda que nessa etapa "o aporte da União Europeia contra o Estado Islâmico poderia mostrar-se muito útil, inclusive (…) seu aporte ao restabelecimento econômico da Síria."




O diplomata também convocou a UE a "abster-se de sinais ambíguos" na luta que a Rússia trava contra o grupo terrorista. A frase é uma referência à reação da Europa após o início dos ataques da aviação russa na Síria. Para Chizhov, a opinião da chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, é "muito neutra e cautelosa."

Na última quarta-feira, aviões russos começaram a bombardear posições do Estado Islâmico e outras organizações terroristas na Síria a pedido do presidente do país, Bashar Assad. A Rússia só usará sua aviação e, em nenhum caso, executará ações terrestres. A operação terá um prazo determinado, esclareceu anteriormente o chefe da administração do Kremlin, Sergei Ivanov.

A coalizão internacional, encabeçada pelos Estados Unidos, realiza ataques aéreos na Síria desde 2014, mas sem a permissão do governo do país nem aval do Conselho de Segurança da ONU.

Desde 2011, a Síria é cenário de um conflito interno que já deixou cerca de 220 mil mortos, segundo os dados mais recentes da ONU.


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