Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia convoca UE a combater Estado Islâmico e restaurar economia da Síria

O representante da Rússia na União Europeia, Vladimir Chizhov, pediu nesta sexta-feira que os países europeus contribuam na luta contra o Estado Islâmico e ajudem a restaurar a economia da Síria.


Sputnik

"Não é por acaso que em nossa capital, Moscou, já tenham se reunido duas vezes representantes de diversos grupos do governo e de oposição sírios para discutir uma solução política da crise interna", destacou, afirmando ainda que nessa etapa "o aporte da União Europeia contra o Estado Islâmico poderia mostrar-se muito útil, inclusive (…) seu aporte ao restabelecimento econômico da Síria."




O diplomata também convocou a UE a "abster-se de sinais ambíguos" na luta que a Rússia trava contra o grupo terrorista. A frase é uma referência à reação da Europa após o início dos ataques da aviação russa na Síria. Para Chizhov, a opinião da chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, é "muito neutra e cautelosa."

Na última quarta-feira, aviões russos começaram a bombardear posições do Estado Islâmico e outras organizações terroristas na Síria a pedido do presidente do país, Bashar Assad. A Rússia só usará sua aviação e, em nenhum caso, executará ações terrestres. A operação terá um prazo determinado, esclareceu anteriormente o chefe da administração do Kremlin, Sergei Ivanov.

A coalizão internacional, encabeçada pelos Estados Unidos, realiza ataques aéreos na Síria desde 2014, mas sem a permissão do governo do país nem aval do Conselho de Segurança da ONU.

Desde 2011, a Síria é cenário de um conflito interno que já deixou cerca de 220 mil mortos, segundo os dados mais recentes da ONU.


Postar um comentário