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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Rússia convoca UE a combater Estado Islâmico e restaurar economia da Síria

O representante da Rússia na União Europeia, Vladimir Chizhov, pediu nesta sexta-feira que os países europeus contribuam na luta contra o Estado Islâmico e ajudem a restaurar a economia da Síria.


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"Não é por acaso que em nossa capital, Moscou, já tenham se reunido duas vezes representantes de diversos grupos do governo e de oposição sírios para discutir uma solução política da crise interna", destacou, afirmando ainda que nessa etapa "o aporte da União Europeia contra o Estado Islâmico poderia mostrar-se muito útil, inclusive (…) seu aporte ao restabelecimento econômico da Síria."




O diplomata também convocou a UE a "abster-se de sinais ambíguos" na luta que a Rússia trava contra o grupo terrorista. A frase é uma referência à reação da Europa após o início dos ataques da aviação russa na Síria. Para Chizhov, a opinião da chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, é "muito neutra e cautelosa."

Na última quarta-feira, aviões russos começaram a bombardear posições do Estado Islâmico e outras organizações terroristas na Síria a pedido do presidente do país, Bashar Assad. A Rússia só usará sua aviação e, em nenhum caso, executará ações terrestres. A operação terá um prazo determinado, esclareceu anteriormente o chefe da administração do Kremlin, Sergei Ivanov.

A coalizão internacional, encabeçada pelos Estados Unidos, realiza ataques aéreos na Síria desde 2014, mas sem a permissão do governo do país nem aval do Conselho de Segurança da ONU.

Desde 2011, a Síria é cenário de um conflito interno que já deixou cerca de 220 mil mortos, segundo os dados mais recentes da ONU.


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