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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
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Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Rússia convoca UE a combater Estado Islâmico e restaurar economia da Síria

O representante da Rússia na União Europeia, Vladimir Chizhov, pediu nesta sexta-feira que os países europeus contribuam na luta contra o Estado Islâmico e ajudem a restaurar a economia da Síria.


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"Não é por acaso que em nossa capital, Moscou, já tenham se reunido duas vezes representantes de diversos grupos do governo e de oposição sírios para discutir uma solução política da crise interna", destacou, afirmando ainda que nessa etapa "o aporte da União Europeia contra o Estado Islâmico poderia mostrar-se muito útil, inclusive (…) seu aporte ao restabelecimento econômico da Síria."




O diplomata também convocou a UE a "abster-se de sinais ambíguos" na luta que a Rússia trava contra o grupo terrorista. A frase é uma referência à reação da Europa após o início dos ataques da aviação russa na Síria. Para Chizhov, a opinião da chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, é "muito neutra e cautelosa."

Na última quarta-feira, aviões russos começaram a bombardear posições do Estado Islâmico e outras organizações terroristas na Síria a pedido do presidente do país, Bashar Assad. A Rússia só usará sua aviação e, em nenhum caso, executará ações terrestres. A operação terá um prazo determinado, esclareceu anteriormente o chefe da administração do Kremlin, Sergei Ivanov.

A coalizão internacional, encabeçada pelos Estados Unidos, realiza ataques aéreos na Síria desde 2014, mas sem a permissão do governo do país nem aval do Conselho de Segurança da ONU.

Desde 2011, a Síria é cenário de um conflito interno que já deixou cerca de 220 mil mortos, segundo os dados mais recentes da ONU.


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