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China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

Rússia fornecerá helicópteros para os navios Mistral do Egito

A Rússia fornecerá equipamentos e helicópteros avaliados em mais de US$ 1 bilhão para os dois porta-helicópteros da classe Mistral que o Egito comprou da França após a quebra do contrato original de Paris com Moscou, segundo informou o chefe da administração do Kremlin, Serguei Ivanov, nesta segunda-feira (19).


Sputnik

"A Rússia será uma espécie de subcontratante, que fornecerá para os navios Mistral o equipamento que lhes falta, sem o qual os Mistral, sinto dizer, são apenas 'latas flutuantes'. E, claro, isso inclui todos os helicópteros", disse Ivanov, acrescentando que o valor dessas potenciais transações chegaria a mais de US$ 1 bilhão.


Marinheiros russos em frente a um navio da classe Mistral em Saint-Nazaire, França
© REUTERS/ Stephane Mahe

Este ano, a França encerrou o contrato de US$1,3 bilhão assinado em 2011 com a Rússia, após o Presidente François Hollande ter decidido suspender a entrega dos navios, ainda em 2014, no contexto das sanções antirrussas impostas pelo Ocidente devido a um suposto envolvimento de Moscou no conflito ucraniano.

Paris teve que pagar cerca de US$ 1 bilhão à Rússia pela quebra do contrato, e de acordo com o Comitê de Finanças do Senado francês, o orçamento do país perderá cerca de 250 milhões de euros devido à revenda dos Mistral para o Egito, segundo o acordo assinado com Cairo em setembro deste ano.

Paris e Moscou ainda deverão assinar os documentos finais sobre a remoção de sistemas rádio-eletrônicos dos porta-helicópteros Mistral no início de novembro.


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