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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Rússia reagirá contra novas unidades da OTAN na Europa

Em resposta aos planos anunciados pelo secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, a Rússia afirmou que reagirá contra a criação de novas unidades de integração da OTAN no leste europeu, no âmbito da sua atual doutrina militar. A informação foi divulgada pelo membro do parlamento russo, Franz Klintsevich.


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"A Rússia reagirá a estas declarações, porque hoje, tendo em vista o sucesso de atuais eventos que estão ocorrendo, qualquer motivo e qualquer desculpa servem como base para mais desinformação sobre a Rússia, criando processos destrutivos ou mostrando a Rússia como um país agressivo", disse o parlamentar à agência Sputnik. 


Bandeira da OTAN é queimada durante protestos na Rússia
© AFP 2015/ MAXIM AVDEYEV

Ele acrescentou que "a reação da Rússia será silenciosa e concreta, sendo realizada sob a atual doutrina militar".

O vice-presidente da Comissão de Defesa e Segurança do Senado russo, Evgueni Serebrennikov, por sua vez, disse que a expansão da presença da OTAN na Europa aparece novamente como um contrapeso à posição da Rússia, além de buscar obter um maior envolvimento dos outros países da Aliança.

"A aprovação da decisão de expandir a presença da OTAN na Europa tem como objetivo mostrar um contrapeso à posição da Rússia, que convoca todos a combater o terrorismo não com palavras, mas com ações, incluindo o apoio aéreo para ações do exército regular da Síria", disse Serebrennikov.

O senador destacou que o aumento constante do contingente e o alargamento das tarefas da Aliança estão relacionados com o desejo de ganhar uma parte crescente dos orçamentos dos países da OTAN para o próximo ano e no futuro.

Além disso, ele ressaltou que o bloco militar norte-americano tem desempenhado um muito importante papel neste processo, pois é um país que, literalmente, “vive de guerra e é forçado a buscar uma expansão constante da presença da OTAN”.

"A Rússia tem apenas um caminho, cada vez mais reforçar as suas capacidades de defesa e reforço das suas forças armadas em um ritmo acelerado com equipamento e armamento mais moderno", disse ele.

O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse nesta quinta-feira que a Aliança planeja expandir sua presença na Europa oriental, depois que os ministros da Defesa dos países membros da organização decidiram criar unidades na Hungria e Eslováquia.

Anteriormente, estes centros de comando foram abertos na Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, Bulgária e Romênia.


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