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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Su-34 russo destrói mais posições de combate do Estado Islâmico

Caça Su-34 da Força Aérea da Rússia destruiu as posições de fogo do grupo terrorista Estado Islâmico na área de Saf Safa na Síria, disse na quinta-feira o site oficial do Ministério da Defesa russo.


Sputnik

"Na área de Saf Safa os aviões de combate russos Su-34 destruiram as posições de fogo dos terroristas", diz-se em um comunicado.


Caça Su-34 e pilotos russos na Síria
Tripulação verifica condições para voo do Sukhoi Su-34 © Sputnik/ Dmitriy Vinogradov

Segundo os dados mais recentes, as Forças Aeroespaciais russas desde o início da operação realizaram 112 ataques contra as posições dos terroristas, inclusive, pontos de comando, campos de treinamento e armazéns de munições. Além disso, os navios da Frota do Mar Cáspio lançaram 26 mísseis de cruzeiro. A precisão de ataque é de 5 metros.

Os alvos dos ataques são escolhidos com base nos dados de reconhecimento russo, sírio, iraquiano e iraniano.


O embaixador sírio na Rússia, Riad Haddad, confirmou que foram realizados ataques aéreos do exército sírio, apoiados pelas forças aeroespaciais russas, contra organizações terroristas armadas, e não contra fações da oposição política ou civis. Além disso, segundo ele, em resultado dos ataques russos desde o início da operação foi destruído de cerca de 40% da infraestrutura do Estado Islâmico.

Mais cedo na quinta-feira (8), o representante oficial do Ministério da Defesa general Igor Konashenkov disse, à noite precedente os aviões russos realizaram 22 voos de combate e atacaram 27 posições dos terroristas na Síria.

O direito internacional permite o uso da força no território de um Estado estrangeiro, ou por decisão do Conselho de Segurança das Nações Unidas, ou em defesa própria, ou a pedido das autoridades desse Estado. A Rússia é o único país que realiza uma operação militar na Síria numa base legítima — a pedido das autoridades daquele país.



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