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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Submarino nuclear russo conclui com sucesso travessia no Ártico

O submarino atômico estratégico Yuri Dolgorukiy voltou à base principal das forças submarinas da Flotilha do Norte após cumprir com sucesso uma travessia de dois meses no Ártico, declarou o chefe de imprensa da Flotilha, capitão Vadim Serga.


Sputnik

“Segundo o relato do capitão Vladimir Shirin, comandante da travessia, as missões foram cumpridas com sucesso em sua totalidade pela tripulação. A parte material da embarcação funciona corretamente, a tripulação está bem de saúde e pronta para continuar cumprindo as tarefas requisitadas.”


Submarino nuclear Yuri Dolgoruki
Submarino nuclear Yuri Dolgorukiy © Sevmash

Os resultados da primeira navegação autônoma no Oceano Glacial Norte também foram altamente valorizadas pelo comando da Flotilha do Norte da Rússia.

“A tripulação do Yuri Dolgorukiy confirmou mais uma vez que a Armada Russa atualmente dispõe dos submarinos de mísseis nucleares mais modernos, capazes de cumprir missões de contenção estratégica nos oceanos do mundo, inclusive a navegação sob gelo no Ártico”, declarou o comandante da Flotilha do Norte, Vladimir Korolev, citado por Serga.

Submarino da classe Borei, o Yuri Dolgorukiy foi incorporado à Marinha russa em 2012.


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