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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

The New York Times: Rússia mostra “poder de fogo renovado” ao Ocidente

Após mais de duas semanas do início das operações da Rússia contra posições do Estado Islâmico na Síria, a Força Armada russa chamou a atenção da mídia norte-americana, que elogiou o seu “poder de fogo renovado”.


Sputnik

Em artigo publicado no New York Times, assinado por Steven Lee Myers e Eric Schmitt, foi destacada a capacidade das Forças Armadas da Rússia de operar no exterior, demonstrando sua evolução sob a presidência de Vladimir Putin, com modernos equipamentos militares, táticas e estratégias. 


Sukhoi Su-34

“As operações refletem o que as autoridades e analistas descreveram como uma modernização em curso na Rússia há vários anos, que foi pouco notada e ainda está incompleta, desenvolvida mesmo diante das pressões sobre o orçamento do país”, destaca o artigo.

O jornal norte-americano observou que o aparecimento de aeronaves russas nas operações na Síria que nunca haviam sido testadas em conflitos anteriormente, “incluindo o caça Sukhoi Su-34, que a Otan chama de Fullback, e um míssil de cruzeiro disparado de navios a mais de 1.500 km no Mar Cáspio, o que, segundo alguns analistas, ultrapassa o equivalente norte-americano em capacidade tecnológica”.

Além disso, ao artigo destaca os avanços russos vão além de novos armamentos, “refletindo um aumento no profissionalismo e na prontidão”. Segundo a publicação, “a Rússia montou suas principais operações em uma base aérea perto de Latakia, no noroeste da Síria, em questão de três semanas, despachando mais de quatro dúzias de aviões de combate e helicópteros, dezenas de tanques e veículos blindados, sistemas de foguetes e artilharia, defesa aérea e alojamentos portáteis para até 2.000 soldados”.

“Foi a maior operação de Moscou no Oriente Médio desde que a União Soviética enviou tropas ao Egito na década de 70”, completa.

Em 30 de setembro a aviação russa começou a bombardear as posições do grupo terrorista Estado Islâmico na Síria, após um pedido do presidente sírio, Bashar Assad.



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