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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
Sputnik

Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

The New York Times: Rússia mostra “poder de fogo renovado” ao Ocidente

Após mais de duas semanas do início das operações da Rússia contra posições do Estado Islâmico na Síria, a Força Armada russa chamou a atenção da mídia norte-americana, que elogiou o seu “poder de fogo renovado”.


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Em artigo publicado no New York Times, assinado por Steven Lee Myers e Eric Schmitt, foi destacada a capacidade das Forças Armadas da Rússia de operar no exterior, demonstrando sua evolução sob a presidência de Vladimir Putin, com modernos equipamentos militares, táticas e estratégias. 


Sukhoi Su-34

“As operações refletem o que as autoridades e analistas descreveram como uma modernização em curso na Rússia há vários anos, que foi pouco notada e ainda está incompleta, desenvolvida mesmo diante das pressões sobre o orçamento do país”, destaca o artigo.

O jornal norte-americano observou que o aparecimento de aeronaves russas nas operações na Síria que nunca haviam sido testadas em conflitos anteriormente, “incluindo o caça Sukhoi Su-34, que a Otan chama de Fullback, e um míssil de cruzeiro disparado de navios a mais de 1.500 km no Mar Cáspio, o que, segundo alguns analistas, ultrapassa o equivalente norte-americano em capacidade tecnológica”.

Além disso, ao artigo destaca os avanços russos vão além de novos armamentos, “refletindo um aumento no profissionalismo e na prontidão”. Segundo a publicação, “a Rússia montou suas principais operações em uma base aérea perto de Latakia, no noroeste da Síria, em questão de três semanas, despachando mais de quatro dúzias de aviões de combate e helicópteros, dezenas de tanques e veículos blindados, sistemas de foguetes e artilharia, defesa aérea e alojamentos portáteis para até 2.000 soldados”.

“Foi a maior operação de Moscou no Oriente Médio desde que a União Soviética enviou tropas ao Egito na década de 70”, completa.

Em 30 de setembro a aviação russa começou a bombardear as posições do grupo terrorista Estado Islâmico na Síria, após um pedido do presidente sírio, Bashar Assad.



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