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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

The New York Times: Rússia mostra “poder de fogo renovado” ao Ocidente

Após mais de duas semanas do início das operações da Rússia contra posições do Estado Islâmico na Síria, a Força Armada russa chamou a atenção da mídia norte-americana, que elogiou o seu “poder de fogo renovado”.


Sputnik

Em artigo publicado no New York Times, assinado por Steven Lee Myers e Eric Schmitt, foi destacada a capacidade das Forças Armadas da Rússia de operar no exterior, demonstrando sua evolução sob a presidência de Vladimir Putin, com modernos equipamentos militares, táticas e estratégias. 


Sukhoi Su-34

“As operações refletem o que as autoridades e analistas descreveram como uma modernização em curso na Rússia há vários anos, que foi pouco notada e ainda está incompleta, desenvolvida mesmo diante das pressões sobre o orçamento do país”, destaca o artigo.

O jornal norte-americano observou que o aparecimento de aeronaves russas nas operações na Síria que nunca haviam sido testadas em conflitos anteriormente, “incluindo o caça Sukhoi Su-34, que a Otan chama de Fullback, e um míssil de cruzeiro disparado de navios a mais de 1.500 km no Mar Cáspio, o que, segundo alguns analistas, ultrapassa o equivalente norte-americano em capacidade tecnológica”.

Além disso, ao artigo destaca os avanços russos vão além de novos armamentos, “refletindo um aumento no profissionalismo e na prontidão”. Segundo a publicação, “a Rússia montou suas principais operações em uma base aérea perto de Latakia, no noroeste da Síria, em questão de três semanas, despachando mais de quatro dúzias de aviões de combate e helicópteros, dezenas de tanques e veículos blindados, sistemas de foguetes e artilharia, defesa aérea e alojamentos portáteis para até 2.000 soldados”.

“Foi a maior operação de Moscou no Oriente Médio desde que a União Soviética enviou tropas ao Egito na década de 70”, completa.

Em 30 de setembro a aviação russa começou a bombardear as posições do grupo terrorista Estado Islâmico na Síria, após um pedido do presidente sírio, Bashar Assad.



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