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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

The New York Times: Rússia mostra “poder de fogo renovado” ao Ocidente

Após mais de duas semanas do início das operações da Rússia contra posições do Estado Islâmico na Síria, a Força Armada russa chamou a atenção da mídia norte-americana, que elogiou o seu “poder de fogo renovado”.


Sputnik

Em artigo publicado no New York Times, assinado por Steven Lee Myers e Eric Schmitt, foi destacada a capacidade das Forças Armadas da Rússia de operar no exterior, demonstrando sua evolução sob a presidência de Vladimir Putin, com modernos equipamentos militares, táticas e estratégias. 


Sukhoi Su-34

“As operações refletem o que as autoridades e analistas descreveram como uma modernização em curso na Rússia há vários anos, que foi pouco notada e ainda está incompleta, desenvolvida mesmo diante das pressões sobre o orçamento do país”, destaca o artigo.

O jornal norte-americano observou que o aparecimento de aeronaves russas nas operações na Síria que nunca haviam sido testadas em conflitos anteriormente, “incluindo o caça Sukhoi Su-34, que a Otan chama de Fullback, e um míssil de cruzeiro disparado de navios a mais de 1.500 km no Mar Cáspio, o que, segundo alguns analistas, ultrapassa o equivalente norte-americano em capacidade tecnológica”.

Além disso, ao artigo destaca os avanços russos vão além de novos armamentos, “refletindo um aumento no profissionalismo e na prontidão”. Segundo a publicação, “a Rússia montou suas principais operações em uma base aérea perto de Latakia, no noroeste da Síria, em questão de três semanas, despachando mais de quatro dúzias de aviões de combate e helicópteros, dezenas de tanques e veículos blindados, sistemas de foguetes e artilharia, defesa aérea e alojamentos portáteis para até 2.000 soldados”.

“Foi a maior operação de Moscou no Oriente Médio desde que a União Soviética enviou tropas ao Egito na década de 70”, completa.

Em 30 de setembro a aviação russa começou a bombardear as posições do grupo terrorista Estado Islâmico na Síria, após um pedido do presidente sírio, Bashar Assad.



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