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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Bundeswehr planeja enviar 1.200 soldados à Síria

Militares são necessários para operar aviões e navio de guerra que vão ajudar no combate ao "Estado Islâmico" em território sírio. Atualmente, essa será a maior operação das Forças Armadas alemãs no exterior.


Deutsche Welle

As Forças Armadas alemãs (Bundeswehr) planejam enviar 1.200 soldados para a missão na Síria que visa combater o grupo extremista "Estado Islâmico" (EI), afirmou neste domingo (29/11) o inspetor-geral da instituição, Volker Wieker, em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag. A operação militar pode começar ainda neste ano.


Alemanha pretende enviar à Síria até seis aviões de reconhecimento do tipo Tornado Recce

"Do ponto de vista militar, serão necessários cerca de 1.200 soldados para operar aviões e o navio de guerra", disse Wieker. Ele acrescentou que a Bundeswehr pode começar a missão imediatamente após a aprovação pelo Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão), onde o governo tem ampla maioria.

Os militares são necessários para operar os aviões de reconhecimento Tornado, um navio de guerra e pelo menos um avião de reabastecimento que serão enviados à Síria. O governo anunciou na quinta-feira a participação alemã na coalizão internacional contra os jihadistas e espera votar a proposta ainda neste ano.

De acordo com especialistas, somente a tripulação do navio de guerra alemão que irá proteger o porta-aviões francês Charles de Gaulle, que foi enviado para o Mediterrâneo Oriental para intensificar os ataques aéreos ao EI, contará com cerca de 200 militares.

Se o Bundestag aprovar a participação alemã na coalizão aérea, essa será, atualmente, a maior missão da Forças Armadas alemãs no exterior. Segundo Wieker, a Bundeswehr pode manter a operação por um longo período e os aviões de reconhecimento podem ser estacionados em dois locais diferentes.

"Estamos em contato com Turquia e Jordânia sobre as bases aéreas em Incirlik e Amã", completou.

Apenas reconhecimento

O inspetor-geral descartou, inicialmente, a participação da Bundeswehr diretamente em bombardeios. "Somos necessários militarmente com a nossa capacidade de reconhecimento", afirmou Wieker, acrescentado que a coalizão internacional já possuiu recursos suficientes para ataques aéreos contra os jihadistas.

"É necessário reconhecimento terrestre para usar efetivamente essa força. E nossos aviões Tornados podem contribuir muito para isso", ressaltou Wieker.

Um dia após o encontro entre a chanceler federal alemã, Angela Merkel, com o presidente da França, François Hollande , que se reuniu com líderes de vários países para tentar estruturar uma ampla coalizão contra "Estado Islâmico", a Alemanha definiu a estratégia para combater os jihadistas e auxiliar nos ataques aéreos da coalizão internacional.

A oposição criticou os planos do governo. Tanto o Partido Verde, quanto a legenda A Esquerda, alegam que não há base legal para a operação militar na Síria, além da ausência de um plano mais amplo para solucionar o conflito sírio. Eles expressam dúvida sobre a eficácia desse tipo ação para o combate contra o terrorismo.

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