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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Bundeswehr planeja enviar 1.200 soldados à Síria

Militares são necessários para operar aviões e navio de guerra que vão ajudar no combate ao "Estado Islâmico" em território sírio. Atualmente, essa será a maior operação das Forças Armadas alemãs no exterior.


Deutsche Welle

As Forças Armadas alemãs (Bundeswehr) planejam enviar 1.200 soldados para a missão na Síria que visa combater o grupo extremista "Estado Islâmico" (EI), afirmou neste domingo (29/11) o inspetor-geral da instituição, Volker Wieker, em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag. A operação militar pode começar ainda neste ano.


Alemanha pretende enviar à Síria até seis aviões de reconhecimento do tipo Tornado Recce

"Do ponto de vista militar, serão necessários cerca de 1.200 soldados para operar aviões e o navio de guerra", disse Wieker. Ele acrescentou que a Bundeswehr pode começar a missão imediatamente após a aprovação pelo Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão), onde o governo tem ampla maioria.

Os militares são necessários para operar os aviões de reconhecimento Tornado, um navio de guerra e pelo menos um avião de reabastecimento que serão enviados à Síria. O governo anunciou na quinta-feira a participação alemã na coalizão internacional contra os jihadistas e espera votar a proposta ainda neste ano.

De acordo com especialistas, somente a tripulação do navio de guerra alemão que irá proteger o porta-aviões francês Charles de Gaulle, que foi enviado para o Mediterrâneo Oriental para intensificar os ataques aéreos ao EI, contará com cerca de 200 militares.

Se o Bundestag aprovar a participação alemã na coalizão aérea, essa será, atualmente, a maior missão da Forças Armadas alemãs no exterior. Segundo Wieker, a Bundeswehr pode manter a operação por um longo período e os aviões de reconhecimento podem ser estacionados em dois locais diferentes.

"Estamos em contato com Turquia e Jordânia sobre as bases aéreas em Incirlik e Amã", completou.

Apenas reconhecimento

O inspetor-geral descartou, inicialmente, a participação da Bundeswehr diretamente em bombardeios. "Somos necessários militarmente com a nossa capacidade de reconhecimento", afirmou Wieker, acrescentado que a coalizão internacional já possuiu recursos suficientes para ataques aéreos contra os jihadistas.

"É necessário reconhecimento terrestre para usar efetivamente essa força. E nossos aviões Tornados podem contribuir muito para isso", ressaltou Wieker.

Um dia após o encontro entre a chanceler federal alemã, Angela Merkel, com o presidente da França, François Hollande , que se reuniu com líderes de vários países para tentar estruturar uma ampla coalizão contra "Estado Islâmico", a Alemanha definiu a estratégia para combater os jihadistas e auxiliar nos ataques aéreos da coalizão internacional.

A oposição criticou os planos do governo. Tanto o Partido Verde, quanto a legenda A Esquerda, alegam que não há base legal para a operação militar na Síria, além da ausência de um plano mais amplo para solucionar o conflito sírio. Eles expressam dúvida sobre a eficácia desse tipo ação para o combate contra o terrorismo.

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