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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Conselho de Segurança da ONU autoriza 'todas as medidas necessárias' contra EI

Estado Islâmico "constitui uma ameaça global e sem precedentes à paz e à segurança internacional", diz o texto, endossado 15 membros do conselho



Veja

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas aprovou nesta sexta-feira uma resolução que autoriza "todas as medidas necessárias" no combate ao grupo Estado Islâmico (EI), uma semana após os atentados que deixaram 130 mortos em Paris. 

Soldados preparam um avião-caça Rafale no porta-aviões Charles de Gaulle, em Toulon, sul da França
Soldados preparam um avião-caça Super Etendard no porta-aviões Charles de Gaulle, em Toulon, sul da França(Anne-Christine Poujoulat/AFP)

O texto pede aos governos que "tomem todas as medidas necessárias, de acordo com as leis internacionais, e em particular com a Carta da ONU" e os insta a "redobrar esforços e coordenar suas iniciativas a fim de prevenir e de frear os atos terroristas cometidos especificamente pelo EI, assim como por outros grupos extremistas associados à Al Qaeda".

Os 15 membros do Conselho de Segurança endossaram de forma unânime o texto. Segundo a resolução do Conselho de Segurança, o Estado Islâmico "constitui uma ameaça global e sem precedentes à paz e à segurança internacional".

Esboçada pela França, a resolução não concede uma autorização expressa para a ação militar contra o EI nem invoca o capítulo sétimo da carta da ONU, que prevê o uso da força. Entretanto, o documento pode ser entendido como um apoio político à campanha contra os jihadistas na Síria e no Iraque, que foi intensificada após os atentados de Paris, reivindicados pelo EI. Os ataques franceses aéreos na Síria têm como base legal o direito de um Estado à legítima defesa, o que está previsto na carta da ONU.

O ministro francês das Relações Exteriores, Laurent Fabius, saudou em comunicado o texto que "pede a amplificação da luta contra o Daech", acrônimo do EI em árabe. "Agora o que importa é que todos os Estados se envolvam concretamente neste combate, seja pela ação militar, pela busca de soluções políticas ou pela luta contra o financiamento ao terrorismo."

(Com AFP e Reuters)


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