Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Dez evidências sobre o caça Su-24

O caça Su-24, modelo da Sukhôi que foi derrubado pela aviação turca no início da semana, está desempenhando papel fundamental na operação contra os alvos terroristas na Síria. Os 10 fatos listados a seguir o farão entender por quê.


JAIME NOGUERA | GAZETA RUSSA


Caças Su-24 estão sendo ativamente empregados em base aérea russa na Síria Foto:TASS

1. O Sukhôi Su-24 é um caça supersônico que opera sob qualquer condição climática. Foi desenvolvido na União Soviética, entre as décadas de 1960 e 70.

2. Este avião bimotor de dois lugares e asas de geometria variável foi projetado para missões com ataques em baixíssimas altitudes. Foi o primeiro avião soviético a incluir um sistema integrado digital de navegação e ataque.

3. Ainda que a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) utilize o codinome Fencer para denominar o avião, as equipes soviéticas rapidamente o apelidaram de “Tchemodan” (mala) devido a sua versatilidade e armamento.

4. Sua aplicação na Alemanha Oriental em 1979 e os recursos notórios da aeronave aumentaram a preocupação dos serviços de inteligência da Otan. Parte desse temor era baseado na premissa de que o Sukhôi usava turbo-motores que favoreciam um maior alcance de ataque.

5. A força aérea soviética usou alguns Su-24 no Afeganistão em 1984, e o avião entrou em combate novamente no conflito na Tchechênia, nos anos 1990.

6. O Sukhôi Su-24 ainda está em atividade em inúmeros países: Argélia, Angola, Azerbaijão, Bielorrússia, Irã, Cazaquistão, Líbia, Síria, Ucrânia, Uzbequistão e, claro, na Rússia. Também serviu na Força Aérea do Iraque.

7. A Rússia opera 577 dessas aeronaves – 447 servem a Força Aérea Russa, e 130, a Marinha.

8. Em abril de 2014, aviões Su-24 deram um rasante sobre o novo contratorpedeiro norte-americano USS Donald Cook, no mar Negro. A embarcação dos EUA estava se movimentando ao longo do limite das águas territoriais russas.

9. Os modelos existentes do Su-24M e Su-24MK estão passando por um programa de aperfeiçoamento, incluindo GPS, visores multifunção, geradores de mapa digital e armas mais atuais, como o míssil ar-ar R-73 (arqueiro AA-11). A versão atualizada é chamada de Su-24M2.

10. Em dezembro de 2014, o Ministério da Defesa britânico revisou os planos para a defesa das Ilhas Malvinas, após a imprensa noticiar que a Rússia tinha se oferecido para fornecer à Argentina 12 caças Su-24 em troca de alimentos, como carne e trigo. O tabloide britânico “The Sun” chegou a afirmar que tratava-se de um suposto plano argentino para recuperar as ilhas com o apoio russo. O governo argentino, porém, respondeu que “nunca havia considerado" a possibilidade de assinar um contrato de leasing das aeronaves russas.



Postar um comentário

Postagens mais visitadas