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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Exercícios da OTAN visam aterrorizar Rússia

Os militares dos países da OTAN devem enviar um sinal claro para a Rússia e outros adversários potenciais durante os exercícios Trident Juncture, escreve a mídia estadunidense e canadense.


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Das declarações de alguns generais da aliança deduz-se que os exercícios da OTAN Trident Juncture 2015 têm que desempenhar um certo papel na política de contenção.


Fuzileiros portugueses participam dos exercícios da OTAN Trident Juncture 2015
© AFP 2015/ FRANCISCO LEONG / AFP

"Espero que a Rússia esteja assistindo a esses exercícios", disse o comandante das Forças dos EUA na Europa Ben Hodges, citado pela edição canadense National Post. Na sua opinião, a demonstração da capacidade militar é uma parte importante da política de "contenção". "Não é apenas a questão de obter o potencial, mas também de mostrar este potencial à Rússia".


Representantes da OTAN explicaram que as ações da Rússia ao longo dos últimos dois anos forçaram a aliança começar a rever a sua estratégia, escreve o Army Times.

O tenente-general canadense Steve Bowes concorda que os exercícios Trident Juncture 2015 devem tornar-se um aviso para a Rússia, relata o National Post. "Os exercícios devem mostrar a capacidade da aliança de trabalhar em conjunto, bem como a sua prontidão do ponto de vista político. Cada país-membro tem investido nestes exercícios recursos consideráveis", disse Bowes.

"O movimento coordenado em grande escala dos soldados, navios e aviões é destinado para aperfeiçoar o seu potencial, bem como para transmitir uma mensagem clara à Rússia e outros adversários reais ou potenciais", escrevem os meios de comunicação canadenses e americanos.

A OTAN está realizando na Europa os maiores exercícios das últimas décadas. Os treinos decorrem em Portugal, Espanha e Itália e envolvem cerca de 36 mil efetivos de 30 países.

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