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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

França fez dura condenação ao ataque da Turquia contra a Rússia no Conselho da OTAN

Paris condenou asperamente a derrubada do bombardeiro russo Su-24 por parte da Turquia durante a reunião do Conselho da OTAN em 24 de novembro, segundo revelou uma fonte diplomática nesta sexta-feira (27).


Sputnik

Após o incidente, a OTAN expressou solidariedade com a Turquia e ofereceu apoio para Ankara dizendo que as avaliações do incidente por parte da Aliança do Norte eram consistentes com as informações fornecidas pelo país, que alegou que o avião de guerra russo havia brevemente violado o espaço aéreo turco.


Presidente da Rússia Vladimir Putin e presidente da França François Hollande
Vladimir Putin e François Hollande © REUTERS/ Michel Euler

"A Grécia foi a primeira a se pronunciar no Conselho, e deu o tom para a discussão, porque as aeronaves turcas constantemente violam o espaço aéreo grego. Em seguida, o representante francês fez um discurso duro", disse a fonte à Sputnik, acrescentando que o apoio da OTAN não foi unânime.

Segundo a fonte, o representante de Paris disse que as atividades turcas estavam minando a operação contra o grupo terrorista Estado Islâmico.


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