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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

General norte-americano: Turquia cometeu um ´erro muito sério` ao derrubar o caça russo

O ex-vice-comandante do Estado-Maior da Força Aérea dos EUA, general-tenente Tom McInerney afirmou que a Turquia cometeu “um erro muito sério” ao derrubar o caça Su-24 russo.


Sputnik

Segundo o militar norte-americano, os dados de radar indicam que a aeronave atravessou a ponta da Turquia e permaneceu no espaço aéreo turco somente por 20-40 segundos. Depois disso, a aeronave começou o retorno para a Síria.

“A aeronave não realizou manobra de ataque ao território”, afirmou McInerney em entrevista à emissora Fox News. 


Caça russo Su-24
Sukhoi Su-24 © AFP 2015/ SERGEY VENYAVSKY / AFP

Na terça-feira, o caça Su-24 russo caiu na Síria. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, informou que a aeronave foi derrubada por um míssil do tipo “ar-ar”, disparado por um F-16 turco sobre o território sírio. O caça caiu na Síria, a quatro quilômetros da fronteira com a Turquia. O presidente russo classificou o incidente como um “golpe pelas costas”. O Estado-Maior da Força Aérea da Rússia declarou que o Su-24 não entrou em território turco, o que foi confirmado pelos dados da defesa antiaérea da Síria. Turquia reiterou que a aeronave invadiu seu espaço aéreo.


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