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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Imprensa americana mostra vídeo de ataque russo ao EI para ‘provar’ operação dos EUA

O PBS NewsHour, programa de notícias diário exibido no canal PBS, usou imagens de ataques aéreos russos contra alvos do Estado Islâmico alegando que se tratavam de ataques americanos, informa um artigo do Information Clearing House.


Sputnik

Anteriormente, também nesta semana, o governo americano declarou que iria intensificar ataques aéreos e bombardeios contra a estrutura petrolífera do Estado Islâmico, principal fonte de receitas do grupo terrorista.


Caça russo Su-34 em missão na Síria
Sukhoi Su-34 © Sputnik/ Russian Defence Ministry

Em seguida, no dia 16 de novembro, militares americanos divulgaram ter destruído 116 caminhões transportando petróleo por territórios controlados pelo Estado Islâmico.

“Na segunda-feira, 295 caminhões estavam na região, e mais de um terço deles foram destruídos, afirmaram oficiais dos Estados Unidos. Os aviões A-10 despejaram duas dúzias de bombas e conduziram ataques com metralhadoras de 30 milímetros. Os aviões AC-130 atacaram com metralhadoras de 30 milímetros e canhões de 105 milímetros”, descreveu o jornal New York Times sobre a operação que supostamente aconteceu no dia 16 de novembro.

Até agora, no entanto, não há evidências da existência dessa operação. Dois dias depois, em 18 de novembro, a Força Aérea da Rússia destruiu 500 caminhões-tanque que faziam transporte ilegal de petróleo em territórios controlados pelo Estado Islâmico.

Diferentemente da Força Aérea dos EUA, que não apresentaram nenhuma prova, o Ministério da Defesa da Rússia distribuiu vídeos do que aconteceu exatamente e de como a operação transcorreu.

No dia 19 de novembro, o PBS NewsHour levou ao ar uma reportagem sobre o Estado Islâmico e como seus caminhões-tanque foram destruídos por ataques aéreos dos Estados Unidos. O canal público, no entanto, usou imagens de ataques aéreos russos para “comprovar” os bombardeios americanos — sem revelar a devida fonte dos vídeos.


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