Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Marinha dos EUA na pindaíba: apenas 5 porta-aviões estão operacionais

Poder Naval

O grande número de “deployments” nos últimos anos e o ritmo elevado das operações da frota de porta-aviões dos EUA, reduziu o número de navios disponíveis atualmente no mar a cinco unidades e acabou deixando o Oriente Médio sem um porta-aviões disponível na estação pela primeira vez desde 2007, informaram oficiais da Marinha do EUA (US Navy).




“A Marinha está operando com um déficit” quando se trata de porta-aviões, disse Sean J. Stackley, secretário adjunto da Marinha para a investigação, desenvolvimento e aquisição, em uma audiência do Subcomissão do Poder Marítimo do Comitê de Serviços Armados da Câmara.

A exigência oficial da Marinha é ter uma frota de 11 porta-aviões, mas a realidade é que a Marinha tem operado com 10 navios desde a aposentadoria do USS Enterprise em 2013.

Com um menor número de plataformas disponíveis, os “deployments” duraram mais tempo, manutenções programadas foram adiadas e agora 5 porta-aviões estão parados em manutenção.

Atualmente, 4 dos 10 porta-aviões estão em “manutenção profunda” e um quinto, o USS George Washington, está voltando pela América do Sul para reparos, disse Stackley. A situação só deve melhorar quando em 2021 entrar em serviço o USS Gerald R. Ford.

A vulnerabilidade é mais evidente na área do Golfo Pérsico, na área do Comando Central dos EUA. “Nós atualmente estamos experimentando o que o comandante do CentCom chamaria de uma lacuna – é a própria essência de nossa estratégia marítima nacional”, disse Aquilino.

No mês passado, o porta-aviões USS Theodore Roosevelt e seu grupo de ataque – os destróieres Farragut, Sherman e Churchill (DDG 81), e o cruzador da classe Ticonderoga Normandy, deixou o CentCom e a área de responsabilidade da Quinta Frota no Oriente Médio. Foi a primeira vez desde 2007 que o Oriente Médio ficou sem um grupo de ataque de porta-aviões na estação.

O porta-aviões Eisenhower tinha sido programado para substituir o Roosevelt, mas ele precisou ficar mais 10 meses no Norfolk Naval Shipyard para manutenção.


Em vez disso, o Truman baseado em Norfolk – originalmente agendado para “deployment” no próximo verão – recebeu a ordem para acelerar a sua programação de treinamento e manutenção para que ele possa assumir o lugar do Eisenhower. Não ficou claro quando o Truman estará pronto para zarpar.


Postar um comentário