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Venezuela está disposta a 'defender soberania e independência de Nicarágua'

Jorge Arreaza, chanceler da Venezuela, avisou da capital nicaraguense, Manágua, que o presidente Nicolás Maduro está disposto a apoiar a Nicarágua em defesa de sua soberania se for necessário.
Sputnik

"Se [nós] o povo bolivariano, os revolucionários da Venezuela, tivéssemos que vir à Nicarágua para defender a soberania e a independência nicaraguense, e oferecer nosso sangue pela Nicarágua, iríamos como Sandino, até à montanha de Nueva Segovia", expressou Arreaza.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela fez essas declarações durante a comemoração dos 39 anos do triunfo da Revolução Sandinista em Nicarágua, país para o qual viajou em 19 de julho.

O socialismo, enfatizou Arreaza, é o caminho certo, e assegurou que a Venezuela passou por uma situação semelhante da qual a Nicarágua enfrenta desde abril deste ano.

"Caros compatriotas, dizemos-lhes porque vivemos essa mesma experiência que vocês vivem nos últimos meses, nós as chamamos de guarimbas [termo para protesto popu…

Marinha dos EUA na pindaíba: apenas 5 porta-aviões estão operacionais

Poder Naval

O grande número de “deployments” nos últimos anos e o ritmo elevado das operações da frota de porta-aviões dos EUA, reduziu o número de navios disponíveis atualmente no mar a cinco unidades e acabou deixando o Oriente Médio sem um porta-aviões disponível na estação pela primeira vez desde 2007, informaram oficiais da Marinha do EUA (US Navy).




“A Marinha está operando com um déficit” quando se trata de porta-aviões, disse Sean J. Stackley, secretário adjunto da Marinha para a investigação, desenvolvimento e aquisição, em uma audiência do Subcomissão do Poder Marítimo do Comitê de Serviços Armados da Câmara.

A exigência oficial da Marinha é ter uma frota de 11 porta-aviões, mas a realidade é que a Marinha tem operado com 10 navios desde a aposentadoria do USS Enterprise em 2013.

Com um menor número de plataformas disponíveis, os “deployments” duraram mais tempo, manutenções programadas foram adiadas e agora 5 porta-aviões estão parados em manutenção.

Atualmente, 4 dos 10 porta-aviões estão em “manutenção profunda” e um quinto, o USS George Washington, está voltando pela América do Sul para reparos, disse Stackley. A situação só deve melhorar quando em 2021 entrar em serviço o USS Gerald R. Ford.

A vulnerabilidade é mais evidente na área do Golfo Pérsico, na área do Comando Central dos EUA. “Nós atualmente estamos experimentando o que o comandante do CentCom chamaria de uma lacuna – é a própria essência de nossa estratégia marítima nacional”, disse Aquilino.

No mês passado, o porta-aviões USS Theodore Roosevelt e seu grupo de ataque – os destróieres Farragut, Sherman e Churchill (DDG 81), e o cruzador da classe Ticonderoga Normandy, deixou o CentCom e a área de responsabilidade da Quinta Frota no Oriente Médio. Foi a primeira vez desde 2007 que o Oriente Médio ficou sem um grupo de ataque de porta-aviões na estação.

O porta-aviões Eisenhower tinha sido programado para substituir o Roosevelt, mas ele precisou ficar mais 10 meses no Norfolk Naval Shipyard para manutenção.


Em vez disso, o Truman baseado em Norfolk – originalmente agendado para “deployment” no próximo verão – recebeu a ordem para acelerar a sua programação de treinamento e manutenção para que ele possa assumir o lugar do Eisenhower. Não ficou claro quando o Truman estará pronto para zarpar.


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