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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Mídia dos EUA: Equipamento militar russo é mais avançado do que o Ocidente pensa

A revista US Popular Mechanics alertou que o equipamento militar russo, ao contrário do que muitos no Ocidente pensam, é muito avançado e listou alguns exemplos para sustentar a argumentação.


Sputnik

De acordo com o artigo, muitos tendem a pensar que o hardware da Rússia é de segunda categoria e que, se os russos nada fazem de bom, eles devem ter algo copiado do Ocidente.


Caças Su-27 da Força Aérea russa
Sukhoi Su-27 © Sputnik/ Anton Denisov

“Na realidade, a Rússia pode ser inovadora em design de armas e, às vezes, à frente do Ocidente. Ocasionalmente, o país persegue ideias malucas que não podem prosperar, como o armamento para controle da mente. No entanto, muitas vezes desenvolvem armas sem contrapartidas nos EUA”, lembra o artigo.

O texto afirma que um exemplo pode ser encontrado nos foguetes. “Ninguém deve duvidar da ciência do foguete russo", o autor escreveu observando um longo pedigree dos avanços da Rússia no campo. A revista elogiou os avanços russos na criação de mísseis terra-ar, particularmente os sistemas S-300, que o Irã começou a comprar, e S-400 recentemente implantado na Síria.

O artigo também destacou as capacidades do exército russo para conduzir o combate aéreo. “Em combate ar-ar, os russos há muito tempo perseguem uma abordagem com salvas de tiro ao invés de tiros únicos.”

Caças como o Su-27 Flanker podem ser equipados com uma dúzia de mísseis de uma só vez e lançar dois ou três ao mesmo tempo. Os foguetes possuem diferentes sistemas de orientação, o que proporciona uma alta chance de acertar o alvo.

Os mísseis russos ar-ar são tecnicamente muito sofisticados. O míssil R-73 tem uma capacidade “off-boresight” para bater as metas não necessitando estar diretamente de frente para a aeronave. Segundo a US Popular Mechanics, quando foram introduzidos em serviço, a OTAN logo notou a vantagem que deu aos pilotos russos em relação ao seu equivalente, o AIM-9 Sidewinder dos EUA.

Quanto ao longo prazo no combate aéreo (64 quilômetros ou mais), a Rússia tem um outro equipamento avançado, o míssil R-77. Sua última versão possui uma antena matriz ativa faseada que lhe dá “tempo de reação zero a evoluções inesperadas do alvo”. De acordo com o artigo, o míssil é mais sofisticado do que o seu rival norte-americano, o AIM-120.

“Os russos também têm uma habilidade surpreendente para pensar fora do quadro bom e ruim. Por exemplo, o torpedo Shkval pode viajar debaixo de água quatro vezes mais rápido do que qualquer similar Ocidental”, destaca a revista.

A US Popular Mechanics também louvou o único fuzil de assalto subaquático da Rússia para as Forças Especiais. O desenvolvimento norte-americano no mesmo campo “fica para trás”. E não para por aí, o texto alerta que “ainda podemos esperar o inesperado” no desenvolvimento militar da Rússia.

“Histórias assustadoras, não obstante, os russos são susceptíveis de ter qualquer super-arma exótica. É perigoso para o resto do mundo a subestimar sua capacidade”, conclui o artigo.



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