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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Mídia dos EUA: Equipamento militar russo é mais avançado do que o Ocidente pensa

A revista US Popular Mechanics alertou que o equipamento militar russo, ao contrário do que muitos no Ocidente pensam, é muito avançado e listou alguns exemplos para sustentar a argumentação.


Sputnik

De acordo com o artigo, muitos tendem a pensar que o hardware da Rússia é de segunda categoria e que, se os russos nada fazem de bom, eles devem ter algo copiado do Ocidente.


Caças Su-27 da Força Aérea russa
Sukhoi Su-27 © Sputnik/ Anton Denisov

“Na realidade, a Rússia pode ser inovadora em design de armas e, às vezes, à frente do Ocidente. Ocasionalmente, o país persegue ideias malucas que não podem prosperar, como o armamento para controle da mente. No entanto, muitas vezes desenvolvem armas sem contrapartidas nos EUA”, lembra o artigo.

O texto afirma que um exemplo pode ser encontrado nos foguetes. “Ninguém deve duvidar da ciência do foguete russo", o autor escreveu observando um longo pedigree dos avanços da Rússia no campo. A revista elogiou os avanços russos na criação de mísseis terra-ar, particularmente os sistemas S-300, que o Irã começou a comprar, e S-400 recentemente implantado na Síria.

O artigo também destacou as capacidades do exército russo para conduzir o combate aéreo. “Em combate ar-ar, os russos há muito tempo perseguem uma abordagem com salvas de tiro ao invés de tiros únicos.”

Caças como o Su-27 Flanker podem ser equipados com uma dúzia de mísseis de uma só vez e lançar dois ou três ao mesmo tempo. Os foguetes possuem diferentes sistemas de orientação, o que proporciona uma alta chance de acertar o alvo.

Os mísseis russos ar-ar são tecnicamente muito sofisticados. O míssil R-73 tem uma capacidade “off-boresight” para bater as metas não necessitando estar diretamente de frente para a aeronave. Segundo a US Popular Mechanics, quando foram introduzidos em serviço, a OTAN logo notou a vantagem que deu aos pilotos russos em relação ao seu equivalente, o AIM-9 Sidewinder dos EUA.

Quanto ao longo prazo no combate aéreo (64 quilômetros ou mais), a Rússia tem um outro equipamento avançado, o míssil R-77. Sua última versão possui uma antena matriz ativa faseada que lhe dá “tempo de reação zero a evoluções inesperadas do alvo”. De acordo com o artigo, o míssil é mais sofisticado do que o seu rival norte-americano, o AIM-120.

“Os russos também têm uma habilidade surpreendente para pensar fora do quadro bom e ruim. Por exemplo, o torpedo Shkval pode viajar debaixo de água quatro vezes mais rápido do que qualquer similar Ocidental”, destaca a revista.

A US Popular Mechanics também louvou o único fuzil de assalto subaquático da Rússia para as Forças Especiais. O desenvolvimento norte-americano no mesmo campo “fica para trás”. E não para por aí, o texto alerta que “ainda podemos esperar o inesperado” no desenvolvimento militar da Rússia.

“Histórias assustadoras, não obstante, os russos são susceptíveis de ter qualquer super-arma exótica. É perigoso para o resto do mundo a subestimar sua capacidade”, conclui o artigo.



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