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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

OTAN convoca reunião de emergência sobre incidente com avião russo Su-24

Por conta do incidente com o avião russo Su-24, derrubado pela Turquia na Síria, a OTAN convocou uma reunião extraordinária do Conselho do Atlântico Norte para esta terça-feira (24), a nível de embaixadores, revelou à Sputnik um representante da aliança.


Sputnik

O Conselho do Atlântico Norte é a mais alta instância política da aliança.


A Su-24 bomber aircraft
Sukhoi Su-24© Sputnik/ Mihail Mokrushin

"A reunião do Conselho do Atlântico Norte será realizada às 17h (14h do horário de Brasília) a pedido da Turquia" – disse o porta-voz, destacando que "até o momento não foi previsto nenhum evento para a imprensa".


O avião russo Su-24 foi derrubado na manha desta terça-feira na Síria, próximo à fronteira da Turquia. O lado turco afirma que a aeronave havia violado o espaço aéreo do seu país e que a mesma foi avisada antes de ser derrubada.

O Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, garantiu ter provas objetivas de que o avião não violou o espaço aéreo turco e realizava o voo estritamente sobre o território sírio.

O incidente foi tratado como uma "provocação internacional" pelo Conselho da Federação (câmara alta do parlamento russo). Enquanto isso, Kremlin pediu para que não fossem feitas suposições prematuras antes de uma apuração mais completa dos fatos.



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