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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Perseguição no ar: FAB intercepta avião com 350 Kg de cocaína

Caças da Aeronáutica chegaram a dar um tiro de advertência para forçar o pouso do avião; piloto e copiloto foram presos


Veja

O Comando da Aeronáutica informou nesta segunda-feira que caças da Força Aérea Brasileira (FAB) interceptaram por suspeita de tráfico de drogas um avião modelo Sêneca EMB-810C, no nordeste do Mato Grosso do Sul. Os jatos militares chegaram a dar um tiro de advertência para obrigar a aeronave a pousar, o que acabou sendo feito nas proximidades de Araçatuba, no interior paulista.



Após a aterrissagem forçada, a Polícia Federal encontrou 350 quilos de pasta base de cocaína no avião e prendeu o piloto e o copiloto, segundo o telejornal Bom Dia Cidade, da Rede Globo. Eles foram detidos sob acusação de tráfico internacional de drogas e encaminhados para a cadeia de Penápolis, no interior de São Paulo.

Segundo nota emitida pela Aeronáutica, o procedimento foi adotado por se tratar de "uma aeronave suspeita de tráfico de drogas que desobedeceu as orientações iniciais determinadas pela defesa aeroespacial brasileira". O caso está sendo investigado pelas autoridades policiais.

Em 24 de outubro, a FAB perseguiu e atirou em um outro avião que voava sem plano de voo em Japorã, Mato Grosso do Sul, e fazia uma rota "conhecida por ser utilizada para atividades ilícitas", conforme a Aeronáutica. Neste caso, no entanto, o piloto não atendeu ao tiro de advertência para que descesse e "evadiu-se pela fronteira com o Paraguai", não sendo localizado naquele momento.

Dois dias depois, no entanto, um avião monomotor com várias marcas de tiros foi encontrado pela Polícia Civil no aeroporto municipal de Paranavaí, no noroeste do Paraná. A suspeita era que esta era a mesma aeronave perseguida pela Força Aérea Brasileira (FAB) em Japorã. Este avião apreendido foi levado para o pátio da Delegacia da Polícia Civil de Paranavaí e os documentos encontrados na cabine foram enviados à Polícia Federal (PF).


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