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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Piloto do Su-24 abatido: não houve avisos da parte turca

O piloto do Su-24 que foi salvo pela equipa de resgate russa e por soldados sírios disse que não houve avisos da parte turca antes do ataque.


Sputnik

O piloto salvo afirmou que, antes do incidente do Su-24, não houve quaisquer avisos da parte turca, nem visuais, nem através do rádio.


Piloto salvo do Su-24 (no centro) fala com jornalistas na base áerea de Hmeymim, Lataquia, Síria, 25 de novembro de 2015
Piloto salvo do Su-24 (no centro) fala com jornalistas na base áerea de Hmeymim, Lataquia, Síria, 25 de novembro de 2015 | © SPUTNIK/ DMITRY VINOGRADOV

“Na verdade, não houve quaisquer avisos. Nem de rádio, nem visuais. Não houve contato nenhum. Por isso, nós iniciámos a missão de combate em regime normal. Temos de perceber qual é a velocidade do bombardeiro e qual é do caça F-16. Se quisessem avisar-nos podiam mostrar-se escolhendo o rumo paralelo. Mas não houve nada. O míssil abateu a cauda do nosso avião de imediato. Nem o vimos para fazer uma manobra antimíssil”, afirmou o piloto russo.


O piloto do Su-24 disse que “nem por um segundo” pode admitir que o Su-24 violou o espaço aéreo turco.

“Não, não, isso é completamente impossível. O que é mais importante é que voávamos à altitude de 6 mil metros, o tempo estava bom ou, como se costuma dizer, muitíssimo bom, afirmou o piloto respondendo à questão se ele e o seu colega podiam não ter reparado que estavam no espaço aéreo turco.

O piloto também afirmou que a tripulação do Su-24 abatido conhecia a área da tragédia do avião como os dedos das suas mãos.

“Todo o nosso voo antes da explosão do míssil era plenamente controlado por mim. Podia ver no mapa e no terreno onde estava a fronteira e onde estávamos nós. Não havia sequer um risco mínimo de entrar na Turquia”, disse o militar russo.

O piloto russo salvo afirmou que quer continuar na Síria.

“Com certeza, espero ansiosamente que me deem alta para retornar ao serviço. Vou pedir ao comando que me deixe ficar nesta base aérea. É a minha obrigação vingar o comandante [do Su-24]”, disse o piloto.

Nesta terça-feira (24), um caça russo Su-24 foi derrubado por um míssil ar-ar turco em espaço aéreo sírio. O Ministério da Defesa sublinha que, durante todo o voo, o avião se manteve sempre sobre o território da Síria. Isto foi registrado por meios de controle objetivos", acrescentou o departamento militar.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o ato como "um golpe nas costas".



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