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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Porta-aviões francês vai à Síria acompanhado por submarino nuclear

Pelo menos sete navios e um submarino nuclear acompanharão o porta-aviões Charles de Gaulle ao leste do Mediterrâneo para lutar contra o Estado Islâmico na Síria, informou nesta quinta-feira o jornal francês La Provence.


Sputnik

Segundo o periódico, entre os navios que acompanharão o porta-aviões estão a fragata antissubmarina La Motte-Piquet, o navio petroleiro Marne, a fragata Aquitaine, o destróier britânico HMS Defender e uma fragata australiana — além do submarino nuclear, cuja classe não foi revelada.


Porta-aviões francês Charles de Gaulle em Toulon
© AP Photo/ Lionel Cironneau

Na quarta-feira, o porta-aviões francês Charles de Gaulle partiu de Toulon acompanhado pela fragata de defesa antiaérea Chevalier Paul e pela fragata belga Leopold 1er rumo ao leste do Mediterrâneo para participar de operações contra o Estado Islâmico.

A previsão é de que o De Gaulle chegará à zona de operações antes do fim de semana e permanecerá na região por um prazo de quatro meses.

Nesta quinta-feira, o contra-almirante da Marinha francesa Rene-Jean Cerignola informou ao jornal La Provence que os militares estavam preparados para as operações há alguns meses.

Na terça-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, ordenou ao ministro da defesa, Sergei Shoigu, que elaborasse um plano de atividades conjuntas navais e aéreas na Síria, ressaltando que os militares russos deveriam tratar como aliados os soldados franceses a bordo do porta-aviões Charles de Gaulle.



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