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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Regimento ucraniano está pronto a lutar contra russos na Síria

Os combatentes do regimento ucraniano de voluntários Azov, que participaram da operação militar de Kiev contra milícias independentistas de Donbass, declaram que estão prontos para ir à Síria e combater contra os russos.


Sputnik

O regimento Azov quer apoiar a coalizão liderada pelos EUA e lutar contra as Forças Armadas da Rússia, segundo declarou o fundador do regimento, Andrei Biletsky na televisão ucraniana.


Soldados do batalhão Azov ostentando o símbolo neonazista do Wolfsangel
Regimento Azov © Sputnik/ Aleksandr Maksimenko

“Tendo em conta o esfriamento nas relações com a Rússia e o fato que na Síria os interesses russos e turcos colidem, seria absolutamente lógico para a Turquia procurar contatos com a Ucrânia, assim como para a Ucrânia – com a Turquia”, disse.

Ele está certo que o Azov poderia desempenhar o papel de legião estrangeira na Síria, “já que por enquanto temos o regime de cessar de fogo”.

Biletsky sublinhou especialmente que tem em mente a luta contra os russos, e não contra os terroristas.

Este não é o primeiro caso de retórica militarista proveniente da Ucrânia em relação à Rússia após o início da operação aérea russa contra o grupo terrorista Estado Islâmico na Síria, de acordo com o pedido oficial do presidente Bashar Assad.

Por exemplo, comentando o incidente com o Su-24 que foi abatido no espaço aéreo sírio pelo lado turco, o secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional ucraniano (SNBO), Aleksandr Turchinov declarou que os militares turcos “agiram profissionalmente”.

Segundo informou o site oficial do SNBO, “os militares turcos exerceram o seu dever de proteger o espaço aéreo do seu país e a segurança de seus cidadãos”.

Mais do que isso, ativistas ucranianos publicaram um vídeo na Internet sobre a ação da Força Aérea turca. É de notar que o vídeo foi publicado no mesmo dia em que o Su-24 foi abatido.

Em 24 de novembro, um bombardeiro russo Su-24 foi abatido e caiu na Síria. O presidente Vladimir Putin declarou que o avião foi abatido por um míssil "ar-ar" disparado de um caça turco F-16, tendo o avião caído em território sírio, a quatro quilômetros da fronteira com a Turquia. O Ministério da Defesa da Federação da Rússia confirmou neste mesmo dia que "a análise dos dados de controle objetivo mostrou inequivocamente que não houve violações do espaço aéreo da Turquia”.



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