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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

'Turquia entrou na guerra ao lado do Estado Islâmico', diz legislador italiano

A Turquia entrou na guerra ao lado do Estado Islâmico, disse nesta terça-feira o vice-presidente do Senado italiano, Roberto Calderoli, após um caça russo Su-24 ser derrubado pela Força Aérea turca.


Sputnik

Ancara alega que os caças F-16 turcos derrubaram a aeronave russa porque esta havia violado o espaço aéreo turco. O presidente russo, Vladimir Putin, contudo, afirmou que o avião estava a um quilômetro da Turquia quando foi derrubado.


Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia
Recep Tayyip Erdogan © REUTERS/ Umit Bektas

"A Turquia entrou oficialmente na guerra do lado do Estado islâmico ao derrubar, por ordem de (Recep Tayyip, presidente do país) Erdogan, uma aeronave russa que participou em operações contra terroristas do Estado Islâmico na Síria", disse o legislador em sua página no Facebook.

Segundo Calderoli, a Turquia é um "cavalo de Tróia" que, com a ajuda do fundamentalismo islâmico, gostaria de dar um golpe no Ocidente.

"Por que a Turquia ainda está na OTAN depois do que aconteceu? O que mais pode se esperar da ONU além de tomar um posição forte contra o Estado Islâmico e seus aliados?", indagou Calderoli.

O político também criticou a postura oficial de Roma.

"O governo (de Matteo Renzi) está do lado errado com (Angela, chanceler alemã) Merkel, em vez de tomar o lado de Putin nesta guerra para defender nossos valores, nossa liberdade e nossas tradições."


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