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Diferentes e parecidos: em que aspectos F-16 e MiG-29 se desafiam

Famoso, leve, universal e ainda relevante: há 40 anos, em 15 de agosto de 1978, a Força Aérea dos EUA adotou em serviço um caça multifuncional de quarta geração – o F-16.
Sputnik

No total, até 2018, mais de 4.500 aeronaves desse tipo foram construídas. Por sua produção em massa o "falcão de ataque", como os pilotos batizaram respeitosamente a aeronave, é um recorde mundial absoluto entre os caças leves. E por suas capacidades de voo e combate o F-16 figura ao mesmo nível dos principais concorrentes – os caças soviéticos e russos MiG-29.

Nesta matéria, a Sputnik apresenta as semelhanças e diferenças entre esses projetos, implementados quase simultaneamente.

Pequeno e armado

Na década de 1970, antes da introdução do caça pesado F-15 Eagle, a Força Aérea dos EUA percebeu que necessitava de um aparelho mais barato, simples e tecnologicamente avançado – um caça tático leve para obter superioridade aérea local. Cinco empresas norte-americanas apresentaram seus projetos. O Pentágono con…

'Turquia entrou na guerra ao lado do Estado Islâmico', diz legislador italiano

A Turquia entrou na guerra ao lado do Estado Islâmico, disse nesta terça-feira o vice-presidente do Senado italiano, Roberto Calderoli, após um caça russo Su-24 ser derrubado pela Força Aérea turca.


Sputnik

Ancara alega que os caças F-16 turcos derrubaram a aeronave russa porque esta havia violado o espaço aéreo turco. O presidente russo, Vladimir Putin, contudo, afirmou que o avião estava a um quilômetro da Turquia quando foi derrubado.


Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia
Recep Tayyip Erdogan © REUTERS/ Umit Bektas

"A Turquia entrou oficialmente na guerra do lado do Estado islâmico ao derrubar, por ordem de (Recep Tayyip, presidente do país) Erdogan, uma aeronave russa que participou em operações contra terroristas do Estado Islâmico na Síria", disse o legislador em sua página no Facebook.

Segundo Calderoli, a Turquia é um "cavalo de Tróia" que, com a ajuda do fundamentalismo islâmico, gostaria de dar um golpe no Ocidente.

"Por que a Turquia ainda está na OTAN depois do que aconteceu? O que mais pode se esperar da ONU além de tomar um posição forte contra o Estado Islâmico e seus aliados?", indagou Calderoli.

O político também criticou a postura oficial de Roma.

"O governo (de Matteo Renzi) está do lado errado com (Angela, chanceler alemã) Merkel, em vez de tomar o lado de Putin nesta guerra para defender nossos valores, nossa liberdade e nossas tradições."


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