Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

'A França não pode ficar na OTAN se a Turquia permanecer'

Após a derrubada de um avião russo pelas Forças Armadas turcas na Síria, Paris deve abandonar a OTAN se Ancara permanecer como membro do bloco, afirmou nesta sexta-feira o presidente do partido francês Solidariedade e Progresso (SP), Jacques Cheminade.


Sputnik

"Ou a França deve deixar a OTAN neste momento ou pedir a suspensão ou exclusão da Turquia", declarou o político. 


Jacques Cheminade, presidente do partido francês Solidariedade e Progresso (SP)
Jacques Cheminade © AFP 2015/ BERTRAND LANGLOIS

Na última terça-feira, um caça F-16 turco abateu um jato Su-24 das Forças Aeroespaciais da Rússia que participava de ataques contra grupos terroristas na Síria, acusando-o de violar o espaço aéreo da Turquia, acusação contestada por Moscou. Logo após o incidente, a OTAN expressou solidariedade a Ancara, demonstrando confiança nas informações fornecidas pelas autoridades turcas, em meio a protestos por parte da Rússia.

Embora faça parte da organização militar ocidental, a França, no entanto, segundo Cheminade, mudou a sua opinião em relação à participação russa e síria no combate ao Estado Islâmico. E, por esse motivo, deveria se recusar a permanecer na aliança após uma violação tão grave por parte de um de seus membros e do apoio do bloco a esse agressor.

"Uma mudança na posição da França é evidente. Mesmo Fabius (chanceler francês) sugeriu que o Exército sírio poderia participar da luta contra o EI".


Postar um comentário