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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

'A França não pode ficar na OTAN se a Turquia permanecer'

Após a derrubada de um avião russo pelas Forças Armadas turcas na Síria, Paris deve abandonar a OTAN se Ancara permanecer como membro do bloco, afirmou nesta sexta-feira o presidente do partido francês Solidariedade e Progresso (SP), Jacques Cheminade.


Sputnik

"Ou a França deve deixar a OTAN neste momento ou pedir a suspensão ou exclusão da Turquia", declarou o político. 


Jacques Cheminade, presidente do partido francês Solidariedade e Progresso (SP)
Jacques Cheminade © AFP 2015/ BERTRAND LANGLOIS

Na última terça-feira, um caça F-16 turco abateu um jato Su-24 das Forças Aeroespaciais da Rússia que participava de ataques contra grupos terroristas na Síria, acusando-o de violar o espaço aéreo da Turquia, acusação contestada por Moscou. Logo após o incidente, a OTAN expressou solidariedade a Ancara, demonstrando confiança nas informações fornecidas pelas autoridades turcas, em meio a protestos por parte da Rússia.

Embora faça parte da organização militar ocidental, a França, no entanto, segundo Cheminade, mudou a sua opinião em relação à participação russa e síria no combate ao Estado Islâmico. E, por esse motivo, deveria se recusar a permanecer na aliança após uma violação tão grave por parte de um de seus membros e do apoio do bloco a esse agressor.

"Uma mudança na posição da França é evidente. Mesmo Fabius (chanceler francês) sugeriu que o Exército sírio poderia participar da luta contra o EI".


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