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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Arábia Saudita anuncia 'aliança militar islâmica' com mais de 30 países para combater terrorismo

Além de países do Oriente Médio, nova coalizão conta com membros da África e da Ásia; Síria, Iraque e Irã, rival regional da Arábia Saudita, ficaram de fora


OperaMundi

A Arábia Saudita anunciou nesta terça-feira (15/12) a formação de uma “aliança militar islâmica” com 34 países para combater o terrorismo, em especial o grupo extremista Estado Islâmico. Além de países do Oriente Médio, a aliança conta com membros da África e da Ásia.


Militares sauditas durante desfile | Arquivo Agência Efe

"O objetivo da aliança islâmica é proteger seus integrantes dos males de todos os grupos armados e organizações terroristas, seja qual for sua doutrina e título que ampliaram os massacres e a corrupção no mundo e foram criadas para aterrorizar os inocentes", informou a agência saudita de notícias SPA.

As operações serão coordenadas desde Riad, capital da Arábia Saudita, em conjunto com as potências mundiais e organizações internacionais, informaram autoridades sauditas. O ministro da Defesa do país e príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman, explicou que o combate não se dará apenas do ponto de vista militar, mas também “ideológico e midiático”.

Segundo Salman, a formação da aliança se deu pelo “interesse do mundo muçulmano em repelir esse mal que prejudicou primeiro o islã, antes de toda a comunidade internacional”.

Os sauditas, que já lideram uma coalizão de países árabes contra xiitas houthis no Iêmen, também integram a coalizão internacional de países liderada pelos EUA que luta contra o EI no Iraque e na Síria, porém têm participação limitada.

Além da Arábia Saudita, a nova aliança é composta por Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Paquistão, Bahrein, Bangladesh, Benin, Turquia, Chade, Togo, Tunísia, Djibuti, Senegal, Sudão, Serra Leoa, Somália, Gabão, Guiné, Palestina, Ilhas Comores, Catar, Costa do Marfim, Kuwait, Líbano, Líbia, Maldivas, Mali, Malásia, Egito, Palestina, Marrocos, Mauritânia, Nigéria, Níger e Iêmen. Outros dez países de maioria muçulmana, como Indonésia, apoiam a coalizão, mas devem cumprir com algumas exigências para se tornarem membros.

Segundo o ministro, as ações serão conduzidas no Iraque, Síria, Líbia, Egito e Afeganistão, “nações que sofrem com um vácuo de poder político que tem permitido a proliferação de grupos extremistas como o EI”. Síria e Iraque, além do Irã, ficaram de fora da nova coalizão.



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