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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Aviação russa alveja 556 instalações terroristas na Síria nos últimos 3 dias

A Força Aeroespacial russa realizou 164 missões e alvejou 556 instalações do Daesh nos últimos 3 dias, disse na segunda-feira (28) tenente-general Sergei Rudskoy, chefe da Direção Operacional Geral do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.


Sputnik

"Durante 3 dias, desde 25 de dezembro, foram realizadas 164 missões, durante as quais foram eliminadas 556 instalações terroristas nas províncias de Aleppo, Idlib, Lataquia, Hama, Homs, Damasco, Deir ez-Zor e Raqqa", afirmou Rudskoy.

Aviões militares russos intensificaram os ataques aéreos para apoiar a ofensiva antiterrorista do Exército sírio e das forças da oposição patriótica, disse o militar russo.

As forças governamentais sírias, com a ajuda da Força Aeroespacial russa, tomaram o controle de parte da fronteira sírio-turca e de três montes importantes na província de Lataquia. Segundo Rudskoy, os grupos de assalto do Exército sírio realizam uma ofensiva na província da Lataquia em direções setentrional e oriental.

De acordo com Rudskoy, nos arredores de Damasco as forças governamentais continuam ações intensas na zona de Ghouta Oriental.

"Foi iniciada uma ofensiva nas outras direções. Com o apoio da aviação russa, grupos do Exército sírio realizam uma ofensiva contra a capital do Daesh, a cidade de Raqqa", disse Rudskoy.

O Exército sírio tomou o controle de uma barragem estrategicamente importante no rio Eufrates com apoio aéreo da Rússia, informa o site do Ministério da Defesa russo na segunda-feira (28).

"Em resultado desta ofensiva [contra Raqqa] cerca de 20 povoações foram libertadas dos extremistas", diz-se no comunicado divulgado no site do Ministério da Defesa russo.

Desde 30 de setembro após o pedido do presidente sírio Bashar Assad começou a realizar ataques aéreos localizados contra as instalações do Daesh e Frente al-Nusra (ambos os grupos terroristas são proibidos na Rússia). Durante o tempo percorrido a Força Aeroespacial russa com a participação dos navios da Frota do mar Cáspio e um submarino da Frota do mar Negro Rostov-na-Donu eliminaram algumas centenas de militantes e milhares de instalações dos terroristas.


Submarino Project 636.3 Varchaviánka, semelhante ao Rostov-na-Donu
Ao mesmo tempo a coalizão realiza ataques contra o Daesh na Síria, sob a liderança dos EUA, que não têm autorização do governo sírio. A Rússia troca informações sobre missões com a coalizão mas a cooperação mais estreita ainda está em desenvolvimento. O Ocidente acusa a Rússia de bombardear não somente instalações dos terroristas mas também posições da chamada oposição moderada. O Ministério da Defesa russo chama estas declarações infundadas.

Após o incidente do bombardeiro russo Su-24 que foi abatido pelo caça turco F-16 na fronteira entre a Síria e a Turquia (Moscou afirma que o incidente teve lugar em território sírio e Ancara diz o contrário), a Rússia deslocou para a Síria sistemas mais novos S-400 e o cruzador Moskvá e o submarino Rostov-na-Donu atingiram o litoral da República Árabe da Síria.


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