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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Cessar-fogo entra em vigor no Iêmen na véspera de negociações de paz

Um cessar-fogo entrará em vigor nesta segunda-feira (14) à meia-noite no Iêmen, 19h em Brasília, na véspera das negociações de paz na Suíça entre o governo e os rebeldes. "Esperamos que os milicianos o respeitem desta vez", declarou Muin Abdelmalak, membro da delegação governamental que participará destas negociações de paz, mediadas pela ONU.


RFI

Abdelmalak se referia aos rebeldes xiitas huthis, apoiados pelo Irã e em guerra contra as forças leais ao presidente Abd Rabbo Mansur Hadi. Este, por sua vez, conta com o apoio militar de uma coalizão de países árabes sunitas, dirigida pela Arábia Saudita, que desde março bombardeia os insurgentes xiitas.


media
REUTERS/Khaled Abdullah

A duração do cessar-fogo será de sete dias, eventualmente renováveis, indicou a presidência iemenita no dia 8 de dezembro.

À espera da trégua, os combates prosseguiam. Nesta segunda-feira, noticiou-se a morte de dois oficiais da coalizão árabe, um dos Emirados e outro saudita, este último à frente das forças de seu país em Áden (sul).


Desde março, a guerra do Iêmen deixou 6.000 mortos e 28.000 feridos, entre eles muitos civis.

Os rebeldes huthis, aliados a unidades militares que continuam sendo fiéis ao ex-presidente Ali Abdullah Saleh, se apoderaram desde julho de 2014 de muitas províncias do Iêmen, entre elas a capital Sanaa e várias do noroeste, do oeste e do centro, que mantêm sob seu controle.

Em sua contraofensiva, o exército regular reconquistou no último verão cinco províncias do sul, entre elas a de Áden, proclamada capital provisória do Iêmen pelas autoridades. Em meio ao caos criado, os jihadistas do Estado Islâmico aproveitaram para avançar e, desde a primavera, reivindicaram atentados espetaculares contra mesquitas frequentadas por xiitas. Também atacaram as forças do governo e da coalizão árabe.

Transição pacífica

Em um clima de grande desconfiança entre as partes, as negociações previstas para terça-feira em um local secreto da Suíça buscam propiciar "um cessar-fogo permanente e total, uma melhora da situação humanitária e o retorno a uma transição política pacífica e ordenada", nas palavras do mediador da ONU Ismail Ould Cheikh Ahmed.

Segundo uma fonte da ONU, as partes falarão, entre outras coisas, de um plano de aplicação da resolução 2216 do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Essa resolução exige a retirada dos rebeldes e dos seus aliados e também das milícias, das zonas conquistadas desde 2014, assim como a restituição das armas pesadas ao Estado.


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