Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Como funcionam os mísseis de micro-ondas que os EUA podem usar em caso de ataque da Coreia do Norte

Nos arredores da cidade de Albuquerque, no Estado do Novo México, uma equipe de especialistas da Força Aérea americana desenvolve uma arma pouco tradicional, mas que poderia ter um objetivo estratégico: deter os mísseis nucleares da Coreia do Norte.
Lioman Lima | BBC Mundo

Não é um armamento qualquer. Trata-se de um tipo de arma eletromagnética que não é nociva para o ser humano e cuja base de funcionamento é a mesma tecnologia de um forno micro-ondas.


E, segundo diversos especialistas em assuntos militares consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, poderia ser uma alternativa para desativar as armas nucleares de Pyongyang de forma efetiva, sem gerar grandes prejuízos.

O "Projeto de mísseis avançados de micro-ondas de alta potência de interferência eletrônica" (Champ, na sigla em inglês) prepara, em essência, projéteis que emitem ondas de altíssima frequência, capazes de fritar sistemas eletrônicos.

"Tendo em conta o estado da tecnologia no mundo moderno, em q…

Daesh quer combater diretamente o exército dos EUA - especialista

O Daesh, grupo terrorista também conhecido como Estado Islâmico, quer enfrentar diretamente o exército dos Estados Unidos no Iraque e na Síria, segundo avaliam vários especialistas.


Sputnik

"Enquanto o debate sobre como conter o Estado Islâmico continua nas capitais ocidentais, os próprios militantes já deixaram claro que querem atrair os EUA e seus aliados para uma guerra terrestre", publicou nesta terça-feira o jornal The New York Times.


Secretário de Defesa dos EUA Ashton Carter prometeu enviar mais tropas norte-americanas para a Síria
Aschton Carter diante de tropa norte-americana © AFP 2015/ POOL/CAROLYN KASTER

Segundo o diário americano, "o Daesh baseia sua ideologia em textos proféticos que afirmam que o islã sairá vitorioso após uma batalha apocalíptica que começará quando os exércitos ocidentais chegarem à região."

Além disso, afirma o jornal, os dirigentes da organização jihadista acreditam que uma invasão terrestre poderia fazer aumentar drasticamente o número de recrutas.

"Devido a essas profecias, enviar tropas terrestres seria a pior armadilha em que poderíamos cair", diz Jean-Puierre Filiu, professor de Ciências Políticas da Universidade de Paris e especialista em questões de Oriente Médio.

Segundo Filiu, a propaganda do Daesh se refere a um texto que descreve uma batalha em Dabiq e Amaq, duas pequenas cidades no norte da Síria, onde uma luta definitiva começa quando os "romanos" — termo que na interpretação islâmica inclui os EUA e seus aliados — põem seus pés em Dabiq.

Dabiq também é nome da revista mensal do Daesh, enquanto Amaq é o nome escolhido para sua agência de notícias.

"Trata-se de uma narrativa muito forte e emocionante, que proporciona ao recruta em potencial e aos combatentes o sentimento de que não são apenas parte de uma elite, mas parte da batalha final", afirmou o especialista.

Em três anos, o Daesh conseguiu se apoderar de grandes partes dos territórios de Síria e Iraque. Hoje, o grupo terrorista tenta estender seu domínio ao norte da África — em particular à Líbia.

Na última semana, o secretário de Estado americano, John Kerry, afirmou que será impossível derrotar o Daesh sem uma operação terrestre.



Postar um comentário