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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Em discurso, Obama promete destruir o Estado Islâmico

Presidente diz que massacre na Califórnia foi terrorismo


Diário do Poder

O assassinato de 14 pessoas em San Bernardino na quarta-feira foi um ato de terrorismo, afirmou ontem o presidente Barack Obama em um pronunciamento no qual tentou reverter o crescente ceticismo dos americanos em sua capacidade de enfrentar o Estado Islâmico. Obama prometeu “destruir” o grupo extremista e fez um apelo à população para que rejeite a discriminação dos muçulmanos na reação ao ataque ocorrido há cinco dias.


OBAMA PEDE QUE CONGRESSO PROÍBA COMPRA DE ARMAS POR SUSPEITOS DE TERRORISMO (FOTO: REPRODUÇÃO/WHITE HOUSE)

O presidente não propôs nenhuma mudança substancial em sua estratégia de combate ao Estado Islâmico, mas defendeu que o Congresso dos EUA proíba a compra de armas por pessoas que estejam na lista de suspeitos que não podem embarcar em aviões. Também propôs restrições à venda de rifles semiautomáticos como os utilizados pelo casal Syed Farook e Tashfeen Malik na quarta-feira, medida que enfrenta oposição do Partido Republicano.

Obama disse ainda que os parlamentares devem aprovar o pedido que autoriza o uso de força militar contra o Estado Islâmico, que está há meses no Congresso. A Casa Branca sustenta que os bombardeios contra o grupo extremista no Iraque e na Síria são amparados por leis aprovadas depois do atentado de 11 de setembro de 2001, mas que uma autorização específica fortaleceria a liderança internacional dos EUA. “É o momento de o Congresso votar para demonstrar que o povo americano está unido e comprometido com essa luta”, disse Obama.

Pesquisas indicam que o temor da população de que atentados terroristas ocorram no país cresceu nos últimos meses. Ao mesmo tempo, diminuiu a confiança na capacidade de Obama enfrentar essa ameaça. Levantamento divulgado ontem pela CNN mostrou que 60% dos americanos desaprovam o trabalho do presidente nessa área.

“A ameaça do terrorismo é real, mas nós vamos superá-lo”, declarou Obama no terceiro pronunciamento que fez no Salão Oval da Casa Branca desde sua chegada ao poder, em 2009. O local é o escritório onde o presidente trabalha e despacha e foi historicamente usado por líderes americanos para simbolizar a gravidade da mensagem que pretendiam transmitir. “Nosso sucesso não depende de falar duro, abandonar nossos valores ou sucumbir ao medo.”

Apesar da referência ao Estado Islâmico, Obama ressaltou que não há indícios de que o ataque em San Bernardino tenha sido ordenado por grupos terroristas sediados fora dos EUA ou seja parte de uma conspiração mais ampla dentro do país.

“Os dois embarcaram em um obscuro caminho de radicalização e abraçaram uma interpretação pervertida do islamismo que proclama a guerra contra a América ”, declarou Obama.

O presidente também anunciou que pedirá ao Departamento de Estado que revise o programa de vistos que permitiu a entrada de Malik nos EUA. (AE)


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