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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Em Moscou, Kerry tenta aplacar diferenças sobre Síria

Secretário de Estado americano se encontra com chanceler russo e tem reunião marcada com Putin em busca de 'terreno comum'


O Globo
com agências internacionais

MOSCOU — O secretário de Estado americano, John Kerry, afirmou nesta terça-feira que queria aproveitar uma visita a Moscou para conseguir um "progresso real" que reduza as diferenças com o presidente russo, Vladimir Putin, sobre a maneira de acabar com o conflito na Síria.


Secretário de Estado americano, John Kerry, cumprimenta chanceler russo, Sergei Lavrov, em encontro em Moscou: ‘Espero conseguir um progresso real’ - MAXIM ZMEYEV / REUTERS

Kerry está preparando o terreno para uma terceira rodada de negociações entre as potências mundiais sobre a Síria, mas não está claro se a reunião em Nova York marcada para sexta-feira será realizada.

Rússia e os Estados Unidos não chegaram a um acordo sobre o papel do presidente sírio, Bashar al-Assad, em uma eventual transição política e se grupos rebeldes devem fazer parte das negociações.

— Espero conseguir um progresso real — disse Kerry no início de uma reunião com o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov. — Eu acho que o mundo se beneficia quando as nações poderosas com uma longa história juntas têm a capacidade de encontrar um terreno comum.

Kerry, que se encontrará com Putin na terça-feira, acrescentou a Lavrov:

— Mesmo quando tivemos diferenças temos sido capazes de trabalhar de forma eficaz em questões específicas.

A Rússia, um dos mais aliados mais fiéis de Assad, lançou uma ofensiva aérea que diz ter como alvo militantes do Estado Islâmico, mas que também dá apoio às forças de Assad. O Kremlin afirma que o povo sírio deve decidir o destino político de Assad e não as forças externas.


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