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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
Sputnik

Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Estado Islâmico conhece o ‘inferno’ em Homs, diz agência

Os bombardeios russos desta segunda-feira aconteceram próximos a Palmira, Al Quariatain e Maheen, enquanto os sírios se concentraram perto da recém-libertada aldeia de al-Hadath


Correio do Brasil, com Sputnik Brasil – de Beirute:

Os terroristas do grupo terrorista Estado Islâmico em Homs conheceram o “inferno” nesta segunda-feira, segundo publicou a agência iraniana FARS. O Exército sírio relatou que a aviação do país, em operações conjuntas com caças russos, realizou dezenas de ataques na região, especialmente na cidade de Maheen.


Os bombardeios russos desta segunda-feira aconteceram próximos a Palmira, Al Quariatain e Maheen
Os bombardeios russos desta segunda-feira aconteceram próximos a Palmira, Al Quariatain e Maheen

As autoridades militares sírias informaram que os aviões da Síria e da Rússia normalmente realizam ações separadamente. No entanto, em alguns casos as aeronaves dos dois países trabalham em uma mesma operação contra alvos terroristas.

Os bombardeios russos desta segunda-feira aconteceram próximos a Palmira, Al Quariatain e Maheen, enquanto os sírios se concentraram perto da recém-libertada aldeia de al-Hadath e na grande aldeia de Hawareen. Segundo o Exército leal a Damasco, muitos militantes terroristas morreram nos ataques, que também destruíram instalações, veículos e depósito de armas do EI.
Exército sírio

O exército sírio, apoiado pela Força Aeroespacial russa e militantes do Hezbollah, libertou praticamente todo o território no norte da província síria de Lataquia, tendo tomado o controle de mais de 10 fortificações estratégicas e eliminado dezenas de terroristas durante o fim de semana, informa a agência noticiosa Fars.

No domingo, o exército sírio libertou de jihadistas três pontos estratégicos: Rweiset Addou, Ketf al-Harami e Yaqouber, que ficam entre as regiões de Salma e Kobani.

Além disso, “o exército sírio e Forças de Defesa Nacional realizaram um ataque contra posições de militantes perto de vila de al-Kabir, tendo eliminado e ferido um grande número de militantes e retomado o controle da vila”, citou a agência o Exército sírio.

No dia precedente, as forças leais a Damasco obtiveram vitórias no que a Fars descreveu como batalhas violentas com os terroristas. Uma ofensiva de grande escala permitiu ao Exército sírio retomar 8 posições estratégicas e uma vila na província de Lataquia.

Durante a operação, foram destruídos equipamentos militares dos jihadistas e liquidados mais de 25 terroristas.


Resolução sobre a Síria

O Conselho de Segurança da ONU adotou uma resolução com um plano para estabelecer uma paz duradoura na Síria, confirmando que a visão russa da situação no país mergulhado na guerra tem sido correta, informa o jornal argelino L’Expression.

Moscou tem reiterado que o conflito na Síria não pode ser resolvido através da derrubada do presidente do país, Bashar Assad, e que o destino do país deve ser decidido pelo povo sírio. A resolução aprovada por unanimidade na última sexta-feira não prevê a saída de Assad como precondição para iniciar o processo de paz no país mas propõe prazos para o cessar-fogo e a realização de eleições democráticas.

O presidente russo Vladimir Putin, destaca o jornal, “lembrou à comunidade internacional que a Rússia é um país cuja posição deve ser tomada em consideração no tabuleiro de xadrez geopolítico. Ninguém pode transformar o planeta sem falar com a Rússia. Moscou quer pôr fim ao mundo unipolar”.

Segundo o L’Expression, a resolução do Conselho de Segurança da ONU fará com que a Arábia Saudita e a Turquia fiquem descontentes. Riad usa petrodólares e armas para se tornar um país-chave no Oriente Médio. É por isso que tenta enfraquecer qualquer país que não apoie as suas aspirações, inclusive o Irã.

– A Arábia Saudita utilizou somente 15 dos seus 400 aviões militares para realizar missões contra o Daesh na Síria. (Ao mesmo tempo), cerca de 100 aviões participam da campanha liderada pelos sauditas contra os houthis no Iêmen – destacou o jornal argelino. Riad está mobilizando o seu potencial militar contra os xiitas e não contra o EI ou a al-Qaeda.

Tendo em conta que a Arábia Saudita considera como ameaça os xiitas e não o Estado Islâmico, o país faz todos os possíveis para derrubar Assad, destaca a mídia. Entretanto, a operação antiterrorista russa na Síria veio criar obstáculos a este objetivo.

Riad, segundo o L’Expression, tem feito tudo para deter a Rússia na Síria. De acordo com informações não confirmadas, a Arábia Saudita ofereceu à Rússia 10 bilhões de dólares para parar a sua campanha aérea mas recebeu uma resposta negativa.

Também é pouco provável que a Turquia saúde a resolução mais recente do Conselho de Segurança da ONU. Algumas semanas antes foram divulgadas imagens de satélite que mostram os itinerários que militantes do Daesh usam para contrabandear petróleo para a Turquia. Informações recentes dizem que a Turquia também apoiou este grupo terrorista.


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