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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

'EUA iniciaram uma nova corrida armamentista'

Os Estados Unidos começaram uma nova corrida às armas, e a Rússia não pode ignorar, afirmou nesta quarta-feira Igor Morozov, integrante do Comitê de Assuntos Internacionais do Conselho da Federação (Senado russo).


Sputnik

O senador comentou a notícia de que a OTAN convidou oficialmente Montenegro para se tornar o 29º país-membro e afirmou que a Aliança Atlântica dá a entender para a Rússia que continuará desenvolvendo sua estrutura militar junto a suas fronteiras.


F-22 Raptor
F-22 Raptor © US Air Force / Master Sgt. Jeremy Lock

Morozov também apontou que no último ano e meio, a OTAN realizou quase uma centena de exercícios militares — algo sem precedentes nos últimos 15 anos —, nos quais participaram 32 países, 30 mil soldados, 200 aviões e mais de mil veículos de combate.

Todo armamento levado a esses países continuou em seus territórios. Chegaram à Europa, inclusive, caças americanos de quinta geração F-22 Raptor e três bombardeiros estratégicos B-52.

Inspetores americanos começam a preparar pilotos alemães, belgas e britânicos para manejar aparatos capazes de carregar a bomba nuclear B-61-12, nova arma que será incluída nos arsenais dentro de dois anos, com a qual serão violados todos os acordos firmados nos últimos 30 anos, opinou.

"Os americanos voltaram a iniciar uma corrida armamentista que não podemos olhar com indiferença."

Mozorov afirma também que a Rússia toma medidas de resposta, inclusive "desenvolvendo arma hipersônica e outros meios capazes de destruir os sistemas que os EUA criam em seu plano de ataque global imediato."


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