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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

'EUA iniciaram uma nova corrida armamentista'

Os Estados Unidos começaram uma nova corrida às armas, e a Rússia não pode ignorar, afirmou nesta quarta-feira Igor Morozov, integrante do Comitê de Assuntos Internacionais do Conselho da Federação (Senado russo).


Sputnik

O senador comentou a notícia de que a OTAN convidou oficialmente Montenegro para se tornar o 29º país-membro e afirmou que a Aliança Atlântica dá a entender para a Rússia que continuará desenvolvendo sua estrutura militar junto a suas fronteiras.


F-22 Raptor
F-22 Raptor © US Air Force / Master Sgt. Jeremy Lock

Morozov também apontou que no último ano e meio, a OTAN realizou quase uma centena de exercícios militares — algo sem precedentes nos últimos 15 anos —, nos quais participaram 32 países, 30 mil soldados, 200 aviões e mais de mil veículos de combate.

Todo armamento levado a esses países continuou em seus territórios. Chegaram à Europa, inclusive, caças americanos de quinta geração F-22 Raptor e três bombardeiros estratégicos B-52.

Inspetores americanos começam a preparar pilotos alemães, belgas e britânicos para manejar aparatos capazes de carregar a bomba nuclear B-61-12, nova arma que será incluída nos arsenais dentro de dois anos, com a qual serão violados todos os acordos firmados nos últimos 30 anos, opinou.

"Os americanos voltaram a iniciar uma corrida armamentista que não podemos olhar com indiferença."

Mozorov afirma também que a Rússia toma medidas de resposta, inclusive "desenvolvendo arma hipersônica e outros meios capazes de destruir os sistemas que os EUA criam em seu plano de ataque global imediato."


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