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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Forças Aéreas do Brasil e da Bolívia assinam Programa de Atividades Bilaterais

Programa prevê atividades a serem desenvolvidas por ambos os países nos próximos dois anos


Agência Força Aérea

A Força Aérea Brasileira (FAB) e a Força Aérea Boliviana (FABol) assinaram o Programa de Atividades Bilaterais que será desenvolvido durante os anos de 2016 e 2017. O objetivo é compartilhar experiências operacionais e conhecimentos técnico-profissionais entre as Forças Aéreas.




O programa foi assinado no dia 18 de novembro na cidade boliviana La Paz pelo Vice-Chefe do Estado-Maior da FAB, Major-Brigadeiro do Ar Mário Luís da Silva Jordão, e pelo Chefe do Estado-Maior da FABol, General de Brigada Aérea Celier Aparício Arispe Rosas.

Entre as atividades a serem desenvolvidas estão assessoramento acadêmico, consultoria logística e curso de prevenção de acidentes aeronáuticos. O programa também prevê a terceira edição do exercício BOLBRA que tem a finalidade de treinar a aplicação de medidas de policiameno espaço aéreo, segundo as normas binacionais, em relação aos tráfegos ilícitos que cruzam a fronteira comum dos países.

“Esse acordo representa um fortalecimento dos vínculos de amizade e fraternidade que, historicamente, vêm caracterizando as relações entre as Forças Aéreas do Brasil e da Bolívia”, conclui o Adjunto da Seção de Acordos e Intercâmbios Internacionais, Tenente-Coronel Mauro Rogério Gomes Pessanha.


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