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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Incidente com navio turco: Na próxima vez, Rússia 'deve agir conforme' as leis do mar

Se os navios turcos continuarem a violar os regulamentos internacionais e abordar navios russos sem seguir os procedimentos adequados, a Marinha russa deve agir de acordo com as leis marítimas em vigor, declarou hoje (13) o vice-presidente da Comissão de Assuntos Internacionais do parlamento russo, Leonid Kalashnikov.


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"Se a embarcação turca devia executar certas exigências, as quais tinham que ser cumpridas naquele momento e [a embarcação] não as executou, então nós [a Rússia] não devemos hesitar e agir de acordo com as leis prescritas por coisas pelas quais nós estamos aqui, é isso", disse o parlamentar.


Navio Smetlivy da Frota do Mar Negro da Rússia
Fragata Smetlivy © Foto: Igor Shkvara

De acordo com Kalashnikov, tais ações só agravam as relações entre a Rússia e a Turquia, que já são tensas no momento.

De manhã, a tripulação da fragata russa "Smetlivy", navio de escolta na parte norte do Mar Egeu, avistou um arrastão turco que se aproximava a uma distância de um quilômetro. O arrastão não entrou em contato por rádio com o navio russo e não respondeu aos sinais luminosos emitidos.

Enquanto o navio turco estava se aproximando do navio de escolta russo, foram feitos disparos a uma distância de cerca de 600 metros para evitar a colisão. Foram utilizadas armas de fogo, tendo os disparos sido feitos a uma distância segura de maneira a não atingir o navio, destacou o Ministério da Defesa russo.

De acordo com a pasta, imediatamente após os disparos, o navio de pesca turco mudou o seu curso e, sem entrar em contato com a tripulação russa, prosseguiu a navegação, passando pela fragata russa a uma distância de 540 metros. Após o incidente, o adido militar na embaixada turca em Moscou foi convocado com urgência pelo Ministério russo da Defesa.

O incidente acontece em meio às tensões russo-turcas após a derrubada do Su-24 russo pela Força Aérea turca sobre a Síria, em 24 de novembro.



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