Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Ingleses protestam contra proposta de bombardear o Estado Islâmico

David Cameron pede apoio do Parlamento para fazer ataques na Síria


Diário do Poder

Milhares de pessoas protestaram na terça-feira em Londres contra o projeto do primeiro-ministro conservador, David Cameron, de envolver a Força Aérea britânica nos ataques contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Síria.


DAVID CAMERON ANUNCIOU QUE SUBMETERÁ À VOTAÇÃO DO PARLAMENTO SEU PROJETO DE ADERIR AOS BOMBARDEIOS CONTRA O ESTADO ISLÂMICO NA SÍRIA

Os manifestantes caminharam durante a tarde na região do Parlamento de Westminster, no coração da capital britânica, próximo às sedes dos partidos Conservador e Trabalhista.

"Não aos bombardeios na Síria" e "David Cameron, vergonha!" eram alguns dos gritos entoados pelos manifestantes, que exibiam cartazes pedindo "Parem a guerra".

"Quando bombardeamos os habitantes de um país, não ficamos mais em segurança", disse Salma Yaqoob, responsável pela organização pacifista Stop the War.

"Há apenas uma maneira de deter o Estado Islâmico, que é acabar com seu financiamento e impedir que obtenha armas", declarou outro manifestante, Jenny Eyles.

No sábado, outro protesto reuniu cerca de 5 mil pessoas em Londres contra o projeto de Cameron de participar da campanha aérea contra o EI.

O premiê submeterá nesta quarta-feira, 2, à votação do Parlamento britânico seu projeto de aderir aos bombardeios contra o EI na Síria. O objetivo é "responder à convocação dos nossos aliados e trabalhar com eles, porque o Estado Islâmico é uma ameaça para o nosso país e porque é o correto", justificou.

Estados Unidos, França e Rússia, entre outros países, participam dos bombardeios contra os extremistas na Síria. O EI reivindicou a autoria dos atentados de 13 de novembro em Paris, que deixaram 130 mortos e mais de 350 feridos. (AE)


Postar um comentário