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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
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Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Israel ataca Damasco, na Síria, autoridades israelenses não confirmam

A Força Aérea israelense destruiu um prédio residencial no distrito de Jaramana, na capital síria, matando Samir Kuntar, um membro sênior do Hezbollah e da Frente pela Libertação da Palestina, anunciou o movimento libanês.


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De acordo com outros relatos, o ataque foi lançado por um grupo terrorista não identificado.


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O ataque aéreo teria ocorrido na tarde de sábado (19).

A mídia local comunica que o ataque aéreo deixou um número indeterminado de civis mortos.

Kuntar, um druso libanês, passou quase três décadas em uma prisão israelense após um ataque da Frente pela Libertação Palestina, que custou a vida de quatro israelenses, incluindo uma menina de quatro anos de idade. O líder dos militantes foi liberado em 2008 no âmbito de uma troca de prisioneiros entre Israel e o Hezbollah.

Israel não confirmou, nem negou o seu envolvimento no ataque, mas saudou a morte de Kuntar.

«É bom que pessoas como Samir Kuntar já não façam parte deste mundo», disse o major-general Yoav Galant, membro do gabinete dos ministros israelense, não respondendo à pergunta sobre o envolvimento de Israel no ataque.

Outras entidades oficiais também se recusaram a responder.


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