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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Operação na Síria aumenta interesse por armas russas

As armas russas, após o início da operação militar na Síria, geram cada vez mais interesse, declarou nesta segunda-feira o assessor do presidente russo para cooperação técnica e militar, Vladimir Kozhin.


Sputnik

"A maioria dos sistemas que mostramos geraram uma grande onda de interesse", afirmou Kozhin.


Caça russo Sukhoi Su-34
Sukhoi Su-34 © Sputnik/ Vladimir Astapkovich

O assessor declarou também que a Rússia não fornece armas do Exército Livre Sírio, ainda que haja cooperação com o grupo de oposição ao governo do Presidente Bashar Assad.

Kozhin disse ainda que a Rússia enviará os sistemas S-300 ao Irã em 2016. Teerã, segundo o assessor, vem cumprindo com o compromisso nos pagamentos antecipados, conforme previsto em contrato.

Segundo o assessor, a Rússia defende na Síria não apenas seus interesses nacionais, mas os do mundo inteiro.

"Atualmente, vivemos enfrentando a realidade de um grande caos no Oriente Médio, com a consequência de uma série de revoluções de cores de todos os tons e variações; na Síria ocorre uma guerra real prolongada, e a Rússia defende, em sua essência, não simplesmente seus interesses nacionais, mas os interesses do mundo inteiro, os interessas da civilização."

A Rússia vem executando operações aéreas antiterrorismo contra o Daesh (também conhecido como Estado Islâmico) e outros grupos na Síria desde 3 de setembro, quando o presidente sírio, Bashar Assad, pediu ajuda russa.

Ao mesmo tempo, uma coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos realiza ataques aéreos na Síria e no Iraque desde 2014 contra o Daesh. As operações em território sírio não foram autorizadas pela ONU nem são coordenadas com Damasco.


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