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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Operação na Síria aumenta interesse por armas russas

As armas russas, após o início da operação militar na Síria, geram cada vez mais interesse, declarou nesta segunda-feira o assessor do presidente russo para cooperação técnica e militar, Vladimir Kozhin.


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"A maioria dos sistemas que mostramos geraram uma grande onda de interesse", afirmou Kozhin.


Caça russo Sukhoi Su-34
Sukhoi Su-34 © Sputnik/ Vladimir Astapkovich

O assessor declarou também que a Rússia não fornece armas do Exército Livre Sírio, ainda que haja cooperação com o grupo de oposição ao governo do Presidente Bashar Assad.

Kozhin disse ainda que a Rússia enviará os sistemas S-300 ao Irã em 2016. Teerã, segundo o assessor, vem cumprindo com o compromisso nos pagamentos antecipados, conforme previsto em contrato.

Segundo o assessor, a Rússia defende na Síria não apenas seus interesses nacionais, mas os do mundo inteiro.

"Atualmente, vivemos enfrentando a realidade de um grande caos no Oriente Médio, com a consequência de uma série de revoluções de cores de todos os tons e variações; na Síria ocorre uma guerra real prolongada, e a Rússia defende, em sua essência, não simplesmente seus interesses nacionais, mas os interesses do mundo inteiro, os interessas da civilização."

A Rússia vem executando operações aéreas antiterrorismo contra o Daesh (também conhecido como Estado Islâmico) e outros grupos na Síria desde 3 de setembro, quando o presidente sírio, Bashar Assad, pediu ajuda russa.

Ao mesmo tempo, uma coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos realiza ataques aéreos na Síria e no Iraque desde 2014 contra o Daesh. As operações em território sírio não foram autorizadas pela ONU nem são coordenadas com Damasco.


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