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PropHiper - Mais rápido do que uma bala

Pesquisadores brasileiros desenvolvem veículo aéreo que se deslocará em velocidade hipersônica
DefesaNet

Se tudo correr como planejado, a Força Aérea Brasileira (FAB) realizará dentro de dois anos o ensaio em voo do primeiro motor aeronáutico hipersônico feito no país. O teste integra um projeto mais amplo cujo objetivo é dominar o ciclo de desenvolvimento de veículos hipersônicos, que voam, no mínimo, a cinco vezes a velocidade do som, ou Mach 5.
Mach é uma unidade de medida de velocidade correspondente a cerca de 1.200 quilômetros por hora (km/h). O programa é coordenado pelo Instituto de Estudos Avançados (IEAv), um dos centros de pesquisa do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da FAB, em parceria com a empresa Orbital Engenharia, ambos de São José dos Campos (SP).

Além do motor hipersônico, o projeto Propulsão Hipersônica 14-X (PropHiper), iniciado em 2006, prevê a construção de um veículo aéreo não tripulado (VANT), onde o motor será instalado. Batizado de 14-X, …

Países emergentes exportam cada vez mais armas

Um estudo internacional revela que os países emergentes vendem cada vez armas no mercado internacional. Mesmo se as nações ocidentais ainda liderem o ranking, cada vez mais contratos são assinados com fornecedores da Rússia, Brasil, Coreia do Sul, Índia e Turquia.


RFI

Segundo o relatório anual publicado pelo Instituto internacional de pesquisas sobre a paz de Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês) o comércio legal de armas movimentou US$ 400 bilhões em 2014. No entanto, o documento constata que o ano foi marcado por uma queda de 3,2% nos contratos assinados com os países ocidentais (Estados Unidos e Europa), que tradicionalmente representam 80% do mercado. Esse é o quarto ano consecutivo que os 100 principais fabricantes de armas do planeta registram uma baixa em seu faturamento.


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Vladimir Putin visita fábrica de armas na Rússia | REUTERS/Alexei Nikolskyi/Sputnik/Kremlin

A principal surpresa do estudo foi o aumento nas vendas dos fornecedores vindos dos países emergentes. O exemplo mais flagrante é o da Rússia, líder do grupo que, sozinha, registrou uma alta de 50% no ano passado, apesar das sanções internacionais impostas contra Moscou após a anexação da Crimeia em 2014, que não parecem tem impedido a assinatura de contratos.

Ouralvagonzavod, holding russa que reúne 30 empresas do setor e emprega 70 mil pessoas, registrou um faturamento de US$ 1,4 bilhões de dólares em 2014, um salto de quase 50% com relação ao ano anterior. Mas Anatoli Issaïkine, diretor da agência Rosoboronexport, responsável pelas exportações de equipamentos militares na Rússia, disse recentemente que as vendas de armas do país devem permanecer estáveis nos próximos três anos.

Brasil, Índia, Turquia e Coreia do Sul entre os 100 maiores do mundo

Além da Rússia, outros países emergentes se destacaram no ranking, com 12 empresas integrando a lista das 100 maiores do mundo. Brasil, Coreia do Sul, Turquia e Índia despontam no estudo da Sipri, mesmo se ainda representem apenas 3,7% do mercado. As nações desse grupo registraram, juntas, uma alta de 25% nas vendas de armas no mundo.

A China ficou fora do ranking da Sipri, devido à “falta de dados permitindo estimativas aceitáveis”, informou o instituto sueco. Mas um estudo divulgado pela mesma entidade no início do ano havia classificado os chineses como 3º maior exportador de armas, à frente da França.



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