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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia: Invasão do Iraque por tropas turcas é 'injustificável' e 'ilegal'

Moscou vê o envio de tropas da Turquia ao norte do Iraque como uma “invasão injustificável” e “ilegal” de um Estado soberanoa, segundo declarou o vice-chanceler russo Gennady Gatilov neste domingo (13).


Sputnik

"Acreditamos que o que está acontecendo no norte do Iraque são ações ilegais da Turquia, uma vez que é uma invasão do território de um Estado vizinho, e em tal escala que é difícil de justificar com argumentos sobre preparação, treinamento e assim por diante. Então, estamos preocupados com isso", disse o representante da chancelaria russa em entrevista coletiva.


Gennady Gatilov
Gennady Gatilov © Sputnik/ Aleksandr Natruskin

De acordo com Gatilov, tais ações de Ancara se somam à situação "difícil e intensa" situação na região do Oriente Médio.

No último dia 4 de dezembro, a Turquia enviou cerca de 150 soldados e 25 tanques para uma base na província iraquiana de Ninawa, sem a aprovação de Bagdá. Alegadamente, o deslcamento militar se deu com o objetivo de treinar a milícia curda local contra as forças do grupo terrorista Daesh, autodenominado Estado Islâmico.

O Iraque rejeitou as alegações, dizendo que a presença militar da Turquia não foi solicitada nem autorizada, e apresentou uma queixa junto ao Conselho de Segurança da ONU, exigindo a retirada imediata das tropas.


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