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Confira a arma secreta da China em uma eventual guerra contra os EUA

A evidência do emprego de minas marítimas na doutrina da guerra naval chinesa segue crescendo.
Sputnik

Nas fases finais da Guerra do Pacífico, os estrategistas americanos combinaram genialmente dois sistemas de armas, o revolucionário bombardeiro de longo alcance B-29 e as relativamente simples minas marítimas com explosivos magnéticos ou acústicos, causando um caos na economia e moral japoneses. O esforço para semear profusamente as águas japonesas com milhares de minas foi denominado de "Operação Fome" e esse esforço provou sua alta eficiência para pôr o Japão de joelhos. Contudo, a Marinha americana também foi vítima do emprego hábil da guerra de minas e esses casos são mais recentes.

O caso clássico provém da Guerra da Coreia, quando minas foram colocadas ao largo da Coreia do Norte, evitando que os estadunidenses realizassem uma invasão eficiente em Wonsan. Durante a Guerra do Golfo Pérsico, dois navios norte-americanos, o "Tripoli" e o "Princeton", for…

Rússia: Invasão do Iraque por tropas turcas é 'injustificável' e 'ilegal'

Moscou vê o envio de tropas da Turquia ao norte do Iraque como uma “invasão injustificável” e “ilegal” de um Estado soberanoa, segundo declarou o vice-chanceler russo Gennady Gatilov neste domingo (13).


Sputnik

"Acreditamos que o que está acontecendo no norte do Iraque são ações ilegais da Turquia, uma vez que é uma invasão do território de um Estado vizinho, e em tal escala que é difícil de justificar com argumentos sobre preparação, treinamento e assim por diante. Então, estamos preocupados com isso", disse o representante da chancelaria russa em entrevista coletiva.


Gennady Gatilov
Gennady Gatilov © Sputnik/ Aleksandr Natruskin

De acordo com Gatilov, tais ações de Ancara se somam à situação "difícil e intensa" situação na região do Oriente Médio.

No último dia 4 de dezembro, a Turquia enviou cerca de 150 soldados e 25 tanques para uma base na província iraquiana de Ninawa, sem a aprovação de Bagdá. Alegadamente, o deslcamento militar se deu com o objetivo de treinar a milícia curda local contra as forças do grupo terrorista Daesh, autodenominado Estado Islâmico.

O Iraque rejeitou as alegações, dizendo que a presença militar da Turquia não foi solicitada nem autorizada, e apresentou uma queixa junto ao Conselho de Segurança da ONU, exigindo a retirada imediata das tropas.


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