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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Rússia: Invasão do Iraque por tropas turcas é 'injustificável' e 'ilegal'

Moscou vê o envio de tropas da Turquia ao norte do Iraque como uma “invasão injustificável” e “ilegal” de um Estado soberanoa, segundo declarou o vice-chanceler russo Gennady Gatilov neste domingo (13).


Sputnik

"Acreditamos que o que está acontecendo no norte do Iraque são ações ilegais da Turquia, uma vez que é uma invasão do território de um Estado vizinho, e em tal escala que é difícil de justificar com argumentos sobre preparação, treinamento e assim por diante. Então, estamos preocupados com isso", disse o representante da chancelaria russa em entrevista coletiva.


Gennady Gatilov
Gennady Gatilov © Sputnik/ Aleksandr Natruskin

De acordo com Gatilov, tais ações de Ancara se somam à situação "difícil e intensa" situação na região do Oriente Médio.

No último dia 4 de dezembro, a Turquia enviou cerca de 150 soldados e 25 tanques para uma base na província iraquiana de Ninawa, sem a aprovação de Bagdá. Alegadamente, o deslcamento militar se deu com o objetivo de treinar a milícia curda local contra as forças do grupo terrorista Daesh, autodenominado Estado Islâmico.

O Iraque rejeitou as alegações, dizendo que a presença militar da Turquia não foi solicitada nem autorizada, e apresentou uma queixa junto ao Conselho de Segurança da ONU, exigindo a retirada imediata das tropas.


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