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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Rússia: Invasão do Iraque por tropas turcas é 'injustificável' e 'ilegal'

Moscou vê o envio de tropas da Turquia ao norte do Iraque como uma “invasão injustificável” e “ilegal” de um Estado soberanoa, segundo declarou o vice-chanceler russo Gennady Gatilov neste domingo (13).


Sputnik

"Acreditamos que o que está acontecendo no norte do Iraque são ações ilegais da Turquia, uma vez que é uma invasão do território de um Estado vizinho, e em tal escala que é difícil de justificar com argumentos sobre preparação, treinamento e assim por diante. Então, estamos preocupados com isso", disse o representante da chancelaria russa em entrevista coletiva.


Gennady Gatilov
Gennady Gatilov © Sputnik/ Aleksandr Natruskin

De acordo com Gatilov, tais ações de Ancara se somam à situação "difícil e intensa" situação na região do Oriente Médio.

No último dia 4 de dezembro, a Turquia enviou cerca de 150 soldados e 25 tanques para uma base na província iraquiana de Ninawa, sem a aprovação de Bagdá. Alegadamente, o deslcamento militar se deu com o objetivo de treinar a milícia curda local contra as forças do grupo terrorista Daesh, autodenominado Estado Islâmico.

O Iraque rejeitou as alegações, dizendo que a presença militar da Turquia não foi solicitada nem autorizada, e apresentou uma queixa junto ao Conselho de Segurança da ONU, exigindo a retirada imediata das tropas.


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