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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Rússia usa informação sobre comércio de petróleo para combater terroristas

A informação que a Rússia possui sobre as supostas compras turcas de petróleo do Daesh será usada na luta contra terrorismo, disse nesta terça-feira (1) o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.


Sputnik

Anteriormente, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, disse que iria renunciar se alguém provar o seu envolvimento nas compras ilegais do petróleo contrabandeado fornecido pelo grupo terrorista Daesh (também conhecido como Estado Islâmico).


Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin
Dmitry Peskov © Sputnik/ Alexei Danichev

“Não é uma declaração nova de qualquer maneira. O mais importante é ter esta informação e usá-la no trabalho que visa não provar algo, mas sim lutar contra terrorismo”, disse Peskov a jornalistas acrescentando que “esta informação é usada na luta contra terrorismo”.


Discutindo sobre o assunto com os líderes mundiais na cúpula COP21 em Paris, o presidente russo Vladimir Putin disse que Moscou tem evidências que o SU-24 foi abatido pela Turquia para proteger os fornecimentos de petróleo do Estado Islâmico, também conhecido como o Daesh, e que o petróleo dos campos petrolíferos controlados pelo Daesh é exportado à Turquia à escala industrial.

“Temos todas as razões para acreditar que a decisão de abater o nosso avião foi ditado pelo desejo de garantir a segurança de roteiros de fornecimento de petróleo à Turquia”, disse Putin.

O avião russo Su-24 foi abatido por um caça F-16 turco sobre o território sírio, tendo caído a quatro quilômetros da fronteira com a Turquia. O presidente russo, Vladimir Putin, chamou a derrubada do avião de um "golpe nas costas por cúmplices dos terroristas". Ancara declara que o SU-24 entro no seu espaço aéreo. O Estado-Maior General da Federação da Rússia afirmou que o bombardeiro não tinha cruzado a fronteira com a Turquia, o que foi confirmado por dados da defesa antiaérea síria. Segundo os dados de uma fonte da Reuters na administração dos EUA, Washington tem todos os motivos de pensar que a aeronave foi abatida sobre Síria, mas o Pentágono não confirmou esta informação oficialmente.

O piloto do Su-24, Oleg Peshkov, foi baleado a partir do solo durante a ejeção por militantes turcomenos no território por eles controlado. O copiloto salvo, Konstantin Murakhtin, disse a jornalistas que o Su-24 não cruzou a fronteira e que a tripulação não recebeu quaisquer avisos da parte de aviões turcos.


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