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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

'Se Rússia tivesse bombardeado civis na Síria, já todo o mundo saberia disso'

A organização pelos direitos humanos Anistia Internacional divulgou na quarta-feira (23) um relatório sobre ações da aviação russa na Síria, no qual afirma que a Rússia alegadamente realiza ataques contra instalações civis. Moscou não confirma estas informações.


Sputnik

Comentando o relatório, o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, disse:

“Não possuímos informações sobre a veracidade dos dados apresentados pela Anistia Internacional”, afirmou. “Sem dúvida, o Ministério da Defesa e outros departamentos correspondentes examinarão o conteúdo deste relatório”.


Bombardeiro russo Su-34 decola da base aérea russa de Hmeymim na Síria
Sukhoi Su-34 © Sputnik/ Dmitry Vinogradov

Na opinião do senador, presidente do Comité da Defesa e Segurança do Conselho da Federação russo (câmara alta do parlamento da Rússia), Viktor Ozerov, o relatório é somente uma provocação.

“É mais uma provocação. Há quem não goste da forma como combatemos o terrorismo na Síria”, declarou Ozerov na quarta-feira (23).

Segundo o senador russo, os dados do relatório são “um disparate que não corresponde à realidade”.

“Há fatos do controle objetivo, que são transmitidos por todo o mundo, graças aos quais é possível verificar que estas declarações não correspondem à realidade”, afirmou o senador.

Representantes da oposição síria, países ocidentais, Turquia e países árabes afirmaram que, entre outras, a Rússia bombardeia instalações civis na Síria. Entretanto, nenhuma destas acusações foi provada.

“Se a aviação russa na verdade tivesse realizado ataques contra instalações civis já toda a comunidade internacional e não somente uma organização teria falado sobre isso, e não nos jornais mas no Conselho de Segurança da ONU”, afirmou Ozerov.

O Ministério da Defesa russo chamou tais declarações de “desinformação consciente” e demonstra vídeos e imagens dos ataques russos provando que os bombardeamentos são realizados somente contra infraestruturas dos terroristas.



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