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Turquia quer ajudar Iraque a combater curdos em Kirkuk

A Turquia informou nesta segunda-feira que estava pronta para ajudar o governo iraquiano a expulsar os combatentes curdos da cidade de Kirkuk, informou AFP.
Sputnik

Ancara teme que a eventual independência do Curdistão iraquiano pode desencadear movimentos semelhantes entre a população curda na Turquia e saudou a operação das forças iraquianas para expulsar as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de Kirkuk.


"Estamos prontos para qualquer forma de cooperação com o governo iraquiano de modo a acabar com a presença do PKK no território do Iraque", disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque afirmou neste domingo que considerará a presença de militares curdos em Kirkuk como um "declaração de guerra".

Na segunda-feira, as forças iraquianas tomaram amplos territórios nos arredores da cidade, bem como uma base militar, um aeroporto e um campo petrolífero.

Em 2014, as tropas peshmerga curdas …

China moderniza suas forças armadas

A China criou três novos corpos militares como parte das reformas para modernizar suas forças armadas - maior força permanente do mundo - e melhorar a sua capacidade de luta.


Sputnik

Neste sábado, a televisão estatal mostrou o presidente Xi Jinping dando bandeiras militares para os líderes das três novas unidades — um comando geral para o Exército Popular de Libertação (EPL), uma força de mísseis e uma força de apoio estratégico. Na cerimônia, que aconteceu na última quinta-feira (31), Jinping, juntamente com oficiais e soltados do EPL, cantaram o hino nacional.


Soldados chineses desfilam em Pequim
© REUTERS/ cnsphoto

O presidente chinês disse que as três novas unidades foram criadas como parte de uma reforma modernizadora e "para realizar o sonho chinês de ser uma potência militar". Ele promulgou a ideia de um "um sonho chinês" envolvendo "a grande renovação da nação chinesa", e se tornar uma potência militar é uma das chaves para isso.

A reforma militar vem ao mesmo tempo em que a China se torna mais contundente em suas reivindicações de território no Mar da China Oriental e Mar do Sul da China, aumentando as tensões com os países vizinhos. Em uma tentativa de mostrar que a China não representa uma ameaça expansionista, Xi Jinping anunciou em setembro que iria reduzir em 300 mil homens sua força de 2,3 milhões de militares. Mesmo assim, continuará a ser o maior exército do mundo.

Descrito por Jinping como um "núcleo de dissuasão estratégica", a Força de Mísseis do EPL irá substituir a Segunda Força de Artilharia no controle do arsenal nuclear e de mísseis convencionais da China. A nova Força de Apoio Estratégico provavelmente vai ficar concentrada em guerra cibernética. Outros planos de reforma incluem substituição de equipamentos antigos e desenvolvimento de novos sistemas de armas.

As reformas pretendem também aumentar o controle da liderança do partido sobre o exército. As forças armadas chinesas eram supervisionadas por quatro sedes, mas agora, o comando geral do exército é controlado diretamente pela Comissão Militar Central, comandada por Xi Jinping.


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