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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

China moderniza suas forças armadas

A China criou três novos corpos militares como parte das reformas para modernizar suas forças armadas - maior força permanente do mundo - e melhorar a sua capacidade de luta.


Sputnik

Neste sábado, a televisão estatal mostrou o presidente Xi Jinping dando bandeiras militares para os líderes das três novas unidades — um comando geral para o Exército Popular de Libertação (EPL), uma força de mísseis e uma força de apoio estratégico. Na cerimônia, que aconteceu na última quinta-feira (31), Jinping, juntamente com oficiais e soltados do EPL, cantaram o hino nacional.


Soldados chineses desfilam em Pequim
© REUTERS/ cnsphoto

O presidente chinês disse que as três novas unidades foram criadas como parte de uma reforma modernizadora e "para realizar o sonho chinês de ser uma potência militar". Ele promulgou a ideia de um "um sonho chinês" envolvendo "a grande renovação da nação chinesa", e se tornar uma potência militar é uma das chaves para isso.

A reforma militar vem ao mesmo tempo em que a China se torna mais contundente em suas reivindicações de território no Mar da China Oriental e Mar do Sul da China, aumentando as tensões com os países vizinhos. Em uma tentativa de mostrar que a China não representa uma ameaça expansionista, Xi Jinping anunciou em setembro que iria reduzir em 300 mil homens sua força de 2,3 milhões de militares. Mesmo assim, continuará a ser o maior exército do mundo.

Descrito por Jinping como um "núcleo de dissuasão estratégica", a Força de Mísseis do EPL irá substituir a Segunda Força de Artilharia no controle do arsenal nuclear e de mísseis convencionais da China. A nova Força de Apoio Estratégico provavelmente vai ficar concentrada em guerra cibernética. Outros planos de reforma incluem substituição de equipamentos antigos e desenvolvimento de novos sistemas de armas.

As reformas pretendem também aumentar o controle da liderança do partido sobre o exército. As forças armadas chinesas eram supervisionadas por quatro sedes, mas agora, o comando geral do exército é controlado diretamente pela Comissão Militar Central, comandada por Xi Jinping.


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