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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

China pode já ter iniciado produção de caças stealth de 5ª geração

Os caças furtivos chineses Chengdu J-20 de quinta geração podem já ter entrado em produção preliminar, de acordo com a mídia estatal chinesa.


Sputnik

A Xinhua, agência oficial de notícias de Pequim, publicou fotos do mais novo avião de combate J-20, revestido em pintura primer, no início desta semana.




Um editorial publicado junto às fotos sugere que a nova aeronave entrou em fase de produção inicial. A Xinhua notou que o número de série que aparece nas imagens é uma indicação neste sentido, uma vez que foi alterado da designação 20XX, referente às iterações anteriores, para a designação 2101. No entanto, a agência não fez afirmações definitivas sobre a possível entrada em plena produção do caça.

De acordo com os chineses, o J-20 será o primeiro caça do país categorizado plenamente como de quinta geração, mas as informações concretas sobre os sistemas do novo modelo ainda são escassas.

Segundo a Xinhua, o J-20 não será capaz de alcançar seu potencial máximo até que a China desenvolva motores com relação empuxo-peso de dez para um.

Pequim está ciente de que precisa desenvolver motores a jato comparáveis aos Pratt & Whitney F119 e F135, usados no F-22 Raptor e no F-35 Lightning II da Lockheed Martin, respectivamente. O país está trabalhando no desenvolvimento de seus próprios motores a jato, mas, até agora, seus esforços não deram resultados concretos.

Recentemente, a China fechou um acordo para a compra de duas dúzias de caças russos Sukhoi Su-35S Flanker-E. Cada um deles porta um par de poderosos motores turbofans NPO Saturn AL-41F1S, cuja tecnologia os chineses podem querer aproveitar para avançar o seu próprio programa de desenvolvimento de motores, embora o novo motor russo, modelo atualizado do anterior AL-31F, ainda precise se mostrar satisfatório para o programa de desenvolvimento dos caças de 5ª geração Sukhoi PAK-FA, da Rússia.

De acordo com a revista The National Interest, porém, mesmo sem novos motores, a adição do J-20 deverá aumentar consideravelmente as competências da força aérea chinesa.


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