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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Daesh pode iniciar 'Blitzkrieg' na Líbia, afirma ex-diretor da CIA

Sputnik

Os militantes do grupo terrorista Daesh podem conduzir uma "blitzkrieg” (termo alemão para “guerra-relâmpago”) na Líbia, da mesma forma que fizeram no Iraque em 2014. Ao menos é o que pensa Michael Morrell, ex-diretor interino da Agência Central de Inteligência (CIA) dos EUA.


Trípoli, capital da Líbia
Trípoli, capital da Líbia © Sputnik/ Vladimir Fedorenko


"Eles estão atualmente expandindo esse território e combatentes estrangeiros estão começando a ir para a Líbia para lutar com o grupo ISIS [Daesh, autodenominado Estado Islâmico] lá. Eu não ficaria surpreso se nós acordássemos uma manhã e o ISIS na Líbia tivesse agarrado uma grande parte do território líbio. O mesmo tipo de blitzkrieg, em escala menor, que vimos no Iraque", testemunhou Morrell perante o Comitê de Serviços Armados do Senado norte-americano.


Após Iraque e Síria, a Líbia tornou-se o próximo país na mira das ambições expansionistas do Daesh, cujos membros esperam estabelecer um “califado” mundial. De acordo com o Ministério do Interior líbio, cerca de 5.000 militantes do grupo terrorista estão lutando atualmente no país.

Geopoliticamente, a importância estratégica da Líbia se resolve por sua localização no Norte da África, que separa o país da Europa apenas pelo Mar Mediterrâneo, segundo destaca um relatório divulgado pela ONU em dezembro. Segundo o documento, a Líbia é também uma "porta para o deserto africano que se estende para uma série de países africanos".

Além disso, trata-se de um dos países mais ricos em petróleo no Norte da África, o que fornece mais um motivo para a investida do Daesh, especialmente desde que os recursos petrolíferos do grupo começaram a ser alvejados pela operação militar russa na Síria, no final de setembro.

"A liderança do Estado Islâmico está buscando maneiras de compensar as perdas financeiras que sofreu, e de criar novos postos de backup fora do Oriente Médio. É por isso que [o Daesh] tem sido bastante ativo nos planos para assumir o controle da Líbia, que é particularmente rica em 'ouro negro'", observou o jornalista Martin Berger para New Oriental Outlook.

Desde que o líder líbio Muammar Khaddafi foi derrubado e morto em 2011, durante uma intervenção da OTAN na guerra civil líbia, o país tem sofrido uma profunda crise.

O Estado atualmente tem dois governos: um parlamento eleito sediado em Tobruk, no leste do país, reconhecido pela comunidade internacional, e um Congresso Geral Nacional em Trípoli.


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