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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Embraer fecha empresa para aeronaves não tripuladas

Empresa afirmou que decisão ocorreu "tendo em vista o atual cenário de restrição orçamentária" do Brasil e que parceria foi dissolvida amigavelmente



Veja

A fabricante de aeronaves Embraer decidiu encerrar as atividades da joint-venture Harpia Sistemas, formada com a AEL Sistemas e a Avibras Divisão Aérea e Naval, para explorar o mercado de veículos aéreos não tripulados. A Embraer afirmou que a decisão ocorreu "tendo em vista o atual cenário de restrição orçamentária" do Brasil e que a parceria foi dissolvida amigavelmente.

Falcão, protótipo da Harpia Sistemas
Falcão, protótipo da Harpia Sistemas (VEJA.com/Divulgação)

A Harpia atuava em linha com a Estratégia Nacional de Defesa (END), tendo sido reconhecida pelo Ministério da Defesa como empresa estratégica, e tinha projeto para desenvolver um Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP) nacional. A companhia tinha sido criada em 2011.

"Devido ao fator estratégico do projeto para concepção de um SARP nacional, as empresas continuarão a desenvolver as tecnologias para atendimento futuro das demandas das Forças Armadas brasileiras e do mercado civil em um novo formato, podendo inclusive atuar em conjunto no futuro", disse a Embraer em comunicado.

A Embraer detinha 51% da joint venture, a AEL Sistemas 40% e a Avibras os 9% restantes. A Embraer detém também 25% do capital da AEL Sistemas, subsidiária da empresa israelense Elbit Systems. Procurada, a Embraer não informou quanto já tinha investido na empresa.

Os ramos de negócio da Harpia incluíam, além de aeronaves remotamente pilotadas, simuladores de voo, modernização de aviônicos e soluções de integração de sensores optrônicos, para atividades de monitoramento e vigilância.

Com a entrada da Avibras no capital da empresa, em 2013, a Harpia passou a contar com o projeto Falcão, drone desenvolvido pela Avibras para uso das Forças Armadas.

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