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Turquia quer ajudar Iraque a combater curdos em Kirkuk

A Turquia informou nesta segunda-feira que estava pronta para ajudar o governo iraquiano a expulsar os combatentes curdos da cidade de Kirkuk, informou AFP.
Sputnik

Ancara teme que a eventual independência do Curdistão iraquiano pode desencadear movimentos semelhantes entre a população curda na Turquia e saudou a operação das forças iraquianas para expulsar as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de Kirkuk.


"Estamos prontos para qualquer forma de cooperação com o governo iraquiano de modo a acabar com a presença do PKK no território do Iraque", disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque afirmou neste domingo que considerará a presença de militares curdos em Kirkuk como um "declaração de guerra".

Na segunda-feira, as forças iraquianas tomaram amplos territórios nos arredores da cidade, bem como uma base militar, um aeroporto e um campo petrolífero.

Em 2014, as tropas peshmerga curdas …

Entregas do Airbus A400M para a Turquia sofrerão atrasos em 2016

Tulay Karadeniz | Reuters | Poder Aéreo

ANKARA, 8 de Janeiro: As entregas dos dois aviões de transporte militar Airbus A400M para a Turquia em 2016 podem ser adiadas e as conversações estão em curso no momento para a entrega de um substituto para o avião que caiu em seu voo inaugural no ano passado, disse um funcionário da Defesa à Reuters. 




Ancara assinou um contrato para 10 dos aviões pesados de carga e transporte de tropa ​​da Airbus em 2003, como parte de um grupo de sete países da OTAN Europeia, esperando sua encomenda ser atendida até 2018.

A Turquia recebeu dois dos aviões em 2014 e deveria receber mais dois no ano passado, mas apenas um foi entregue. O segundo avião caiu na Espanha em 9 de maio, matando quatro tripulantes de teste.

“As conversas continuam para definir a data de entrega para o substituto”, um funcionário da Subsecretaria de Indústrias de Defesa (SSM), parte do Ministério da Defesa da Turquia, informou na condição de anonimato.

“Segundo o acordo A400M, dois aviões devem ser entregues à Força Aérea Turca em 2016, em abril e junho. Mas espera-se que haverá atrasos nestas entregas”, acrescentou.

O calendário de entrega teve que ser atualizado após a queda do ano passado e uma parada subseqüente nos testes, disse o funcionário.

Um porta-voz da Airbus Defense & Space disse que a empresa estava em processo de finalização do cronograma de entregas do A400M em 2016 com Occar, uma agência europeia que gerencia programas de defesa conjuntos. “Quando estiver acordado, então vamos anunciá-lo.”

Uma fonte próxima ao assunto disse que ainda estava previsto que dois A400Ms seriam entregues à Turquia este ano, embora tenha havido uma discussão “complicada” em curso quando um substituto para o avião que caiu poderá ser entregue.

“A Turquia está amplamente no cronograma, provavelmente, alguns meses mais tarde do que eles gostariam de estar, mas essencialmente eles estão no caminho certo”, disse a fonte.

O acidente deu um novo golpe no maior projeto de defesa da Europa, que já estava lutando para superar atrasos e custos que levaram a um resgate pelos governos europeus em 2010.

A Reuters informou em julho que o acidente levou a novos atrasos de desenvolvimento de até três meses

Airbus tomou uma nova carga de 290 milhões de euros (US$ 315 milhões) em julho por causa dos atrasos, trazendo provisões acumuladas no projeto para mais de 5 bilhões de euros.

A companhia disse, em seguida, que o acidente tinha causado contratempos para o cronograma de entrega que ainda estavam sendo avaliados.

Aliado da OTAN, a Turquia ocupa uma posição estratégica fundamental, na fronteira com o Irã, o Iraque e a Síria e é um membro da coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o Estado islâmico.

O avião A400M de transporte de tropas e carga foi desenvolvido para sete países europeus da OTAN – Bélgica, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Luxemburgo, Espanha e Turquia – a um custo de 20 bilhões de euros (US$ 22 bilhões). Ele entrou em serviço em 2013, após um atraso de mais de três anos.

Os aviões, custando pouco mais de 100 milhões de euros cada, são montados na Espanha, que tem procurado por muito tempo emergir das sombras da França e da Alemanha na maior empresa aeroespacial da Europa.

Após o acidente de maio, foram suspensos os voos das duas aeronaves previamente entregues à Força Aérea Turca por razões de segurança. No entanto, funcionários da indústria de defesa disseram que os voos dos dois aviões foram retomados em 18 de junho do ano passado.


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