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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Entregas do Airbus A400M para a Turquia sofrerão atrasos em 2016

Tulay Karadeniz | Reuters | Poder Aéreo

ANKARA, 8 de Janeiro: As entregas dos dois aviões de transporte militar Airbus A400M para a Turquia em 2016 podem ser adiadas e as conversações estão em curso no momento para a entrega de um substituto para o avião que caiu em seu voo inaugural no ano passado, disse um funcionário da Defesa à Reuters. 




Ancara assinou um contrato para 10 dos aviões pesados de carga e transporte de tropa ​​da Airbus em 2003, como parte de um grupo de sete países da OTAN Europeia, esperando sua encomenda ser atendida até 2018.

A Turquia recebeu dois dos aviões em 2014 e deveria receber mais dois no ano passado, mas apenas um foi entregue. O segundo avião caiu na Espanha em 9 de maio, matando quatro tripulantes de teste.

“As conversas continuam para definir a data de entrega para o substituto”, um funcionário da Subsecretaria de Indústrias de Defesa (SSM), parte do Ministério da Defesa da Turquia, informou na condição de anonimato.

“Segundo o acordo A400M, dois aviões devem ser entregues à Força Aérea Turca em 2016, em abril e junho. Mas espera-se que haverá atrasos nestas entregas”, acrescentou.

O calendário de entrega teve que ser atualizado após a queda do ano passado e uma parada subseqüente nos testes, disse o funcionário.

Um porta-voz da Airbus Defense & Space disse que a empresa estava em processo de finalização do cronograma de entregas do A400M em 2016 com Occar, uma agência europeia que gerencia programas de defesa conjuntos. “Quando estiver acordado, então vamos anunciá-lo.”

Uma fonte próxima ao assunto disse que ainda estava previsto que dois A400Ms seriam entregues à Turquia este ano, embora tenha havido uma discussão “complicada” em curso quando um substituto para o avião que caiu poderá ser entregue.

“A Turquia está amplamente no cronograma, provavelmente, alguns meses mais tarde do que eles gostariam de estar, mas essencialmente eles estão no caminho certo”, disse a fonte.

O acidente deu um novo golpe no maior projeto de defesa da Europa, que já estava lutando para superar atrasos e custos que levaram a um resgate pelos governos europeus em 2010.

A Reuters informou em julho que o acidente levou a novos atrasos de desenvolvimento de até três meses

Airbus tomou uma nova carga de 290 milhões de euros (US$ 315 milhões) em julho por causa dos atrasos, trazendo provisões acumuladas no projeto para mais de 5 bilhões de euros.

A companhia disse, em seguida, que o acidente tinha causado contratempos para o cronograma de entrega que ainda estavam sendo avaliados.

Aliado da OTAN, a Turquia ocupa uma posição estratégica fundamental, na fronteira com o Irã, o Iraque e a Síria e é um membro da coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o Estado islâmico.

O avião A400M de transporte de tropas e carga foi desenvolvido para sete países europeus da OTAN – Bélgica, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Luxemburgo, Espanha e Turquia – a um custo de 20 bilhões de euros (US$ 22 bilhões). Ele entrou em serviço em 2013, após um atraso de mais de três anos.

Os aviões, custando pouco mais de 100 milhões de euros cada, são montados na Espanha, que tem procurado por muito tempo emergir das sombras da França e da Alemanha na maior empresa aeroespacial da Europa.

Após o acidente de maio, foram suspensos os voos das duas aeronaves previamente entregues à Força Aérea Turca por razões de segurança. No entanto, funcionários da indústria de defesa disseram que os voos dos dois aviões foram retomados em 18 de junho do ano passado.


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