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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

EUA consideram ação militar na Líbia para ‘salvar’ África do Daesh

Após campanhas frustradas no Iraque e na Síria, os Estados Unidos agora estão de olho na Líbia como local da próxima “ação decisiva militar” de Washington.


Sputnik

Citando uma crescente ameaça de expansão do Daesh (grupo terrorista também conhecido como Estado Islâmico) na Líbia, o governo americano está considerando a ideia de enviar militares para varrer terroristas do país africano. 


Caças da Força Aérea americana
F-16 © US Air Force

“É justo dizer que estamos buscando tomar uma ação decisiva militar contra o Daesh em conjunção com o processo político na Líbia. O presidente deixou claro que temos autoridade para usar força militar”, declarou o general americano Joseph Dunford, líder dos chefes de gabinete, citado pelo jornal New York Times.

Junto a seus aliados — Grã-Bretanha, França e Itália — os Estados Unidos querem intervir em outro país sob o pretexto de “cortar o crescimento” do Daesh no norte da África e nos países subsaarianos, escreveu a agência Reuters.

“Quando olho para a Líbia, vejo a Líbia como uma plataforma do Daesh da qual eles podem realizar atividades malignas em toda a África”, disse Dunford.

No momento, não está claro quando exatamente uma operação militar americana começaria, mas voos de reconhecimento e obtenção de inteligência por parte dos EUA indicam que uma intervenção militar estaria prestas a acontecer dentro de “semanas”, segundo Dunford.

O problema de uma intervenção militar é que os Estados Unidos ainda precisam derrotar o Daesh e outros grupos extremistas na Síria e no Iraque. Sem solucionar o problema em uma região, Washington estaria mergulhando em outro local mostrando suas armas.

A única esperança é desta vez os Estados Unidos respeitem as leis internacionais e consigam aprovação do governo líbio antes de enviarem suas tropas. Outra maneira de agir sem quebrar leis internacionais seria obtendo permissão de todos integrantes do Conselho de Segurança da ONU.



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