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Como funcionam os mísseis de micro-ondas que os EUA podem usar em caso de ataque da Coreia do Norte

Nos arredores da cidade de Albuquerque, no Estado do Novo México, uma equipe de especialistas da Força Aérea americana desenvolve uma arma pouco tradicional, mas que poderia ter um objetivo estratégico: deter os mísseis nucleares da Coreia do Norte.
Lioman Lima | BBC Mundo

Não é um armamento qualquer. Trata-se de um tipo de arma eletromagnética que não é nociva para o ser humano e cuja base de funcionamento é a mesma tecnologia de um forno micro-ondas.


E, segundo diversos especialistas em assuntos militares consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, poderia ser uma alternativa para desativar as armas nucleares de Pyongyang de forma efetiva, sem gerar grandes prejuízos.

O "Projeto de mísseis avançados de micro-ondas de alta potência de interferência eletrônica" (Champ, na sigla em inglês) prepara, em essência, projéteis que emitem ondas de altíssima frequência, capazes de fritar sistemas eletrônicos.

"Tendo em conta o estado da tecnologia no mundo moderno, em q…

KC-390, C-27J e C-295W na disputa de concorrência no Canadá

Revista Asas

Os turboélices bimotores Alenia C-27J e Airbus C-295W, junto com o jato Embraer KC-390, estão na disputa para substituir a frota de seis De Havilland CC-115 Buffalo e 13 Lockheed Martin CC-130H nas missões de busca e resgate da Força Aérea do Canadá. Apenas as três empresas remeteram as suas propostas em meados de janeiro. 


Embraer KC-390

A Lockheed decidiu não participar com o C-130J Super Hercules, assim como a Bell-Boeing não entrou com o V-22 Osprey e a Viking Air desistiu do conceito de desenvolvimento de uma nova versão do DHC-5 Buffalo.

O Canadá aguardava uma proposta da Lockheed Martin tendo em vista que o Super Hercules já é empregado em missões de busca e resgate nos EUA há alguns anos.

A negativa da Lockheed Martin coincide com uma possível desistência por parte do novo governo do Canadá em desistir da aquisição de 65 caças de 5ª geração Lockheed Martin F-35 Lightning II. A intenção era a de substituir os já ultrapassados Boeing CF-18 Hornet, mas a escalada de preços e os atrasos do F-35 levaram ao Canadá tomar a decisão de possivelmente abandonar o programa e adquirir um novo vetor de combate.

Em relação a aquisição do novo avião de busca e resgate, o país ainda não estabeleceu um número de exemplares que deverão ser adquiridos, entretanto o processo de avaliação e testes deverá ocorrer num prazo de seis meses, com o contrato sendo assinado no final deste ano ao no máximo no início de 2017.



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