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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

KC-390, C-27J e C-295W na disputa de concorrência no Canadá

Revista Asas

Os turboélices bimotores Alenia C-27J e Airbus C-295W, junto com o jato Embraer KC-390, estão na disputa para substituir a frota de seis De Havilland CC-115 Buffalo e 13 Lockheed Martin CC-130H nas missões de busca e resgate da Força Aérea do Canadá. Apenas as três empresas remeteram as suas propostas em meados de janeiro. 


Embraer KC-390

A Lockheed decidiu não participar com o C-130J Super Hercules, assim como a Bell-Boeing não entrou com o V-22 Osprey e a Viking Air desistiu do conceito de desenvolvimento de uma nova versão do DHC-5 Buffalo.

O Canadá aguardava uma proposta da Lockheed Martin tendo em vista que o Super Hercules já é empregado em missões de busca e resgate nos EUA há alguns anos.

A negativa da Lockheed Martin coincide com uma possível desistência por parte do novo governo do Canadá em desistir da aquisição de 65 caças de 5ª geração Lockheed Martin F-35 Lightning II. A intenção era a de substituir os já ultrapassados Boeing CF-18 Hornet, mas a escalada de preços e os atrasos do F-35 levaram ao Canadá tomar a decisão de possivelmente abandonar o programa e adquirir um novo vetor de combate.

Em relação a aquisição do novo avião de busca e resgate, o país ainda não estabeleceu um número de exemplares que deverão ser adquiridos, entretanto o processo de avaliação e testes deverá ocorrer num prazo de seis meses, com o contrato sendo assinado no final deste ano ao no máximo no início de 2017.



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