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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Kerry acusa Irã de armar Hezbollah com até 80 mil foguetes

Os Estados Unidos compartilham os temores da Arábia Saudita sobre o fornecimento por parte do Irã de até 80 mil foguetes à milícia xiita Hezbollah, afirmou o secretário de estado americano, John Kerry, neste sábado.


Sputnik

Em uma entrevista coletiva ao lado do ministro de Relações Exteriores da Arábia Saudita, Adel Jubeir, Kerry disse que as preocupações são o motivo pelo qual Washington mantém certas sanções contra o Irã. 


Hezbollah

“O Hezbollah tem de 70 a 80 mil foguetes. Para que eles precisam daquilo? E muito disso é fornecido, obviamente, pela fronteira do Irã com Damasco”, disse Kerry.

O Hezbollah vem lutando contra insurgentes na Síria — inclusive o grupo terrorista Frente Nusra.

“Então essas são preocupações que compartilhamos, que é por que os fatores de armas, mísseis, direitos humanos e patrocínio estatal ao terrorismo são todos parte das sanções que continuam por parte dos Estados Unidos”, afirmou Kerry.

Na última semana, Teerã cumpriu uma parte importante no desmantelamento de seu programa nuclear na última semana, abrindo caminho para o fim das sanções de acordo com o que era previsto no acordo nuclear firmado com as potências mundiais do grupo P5+1.

O reino sunita da Arábia Saudita está entre os rivais do Irã na região, inclusive Israel, que se opuseram ao acordo nuclear. Riad cortou relações diplomáticas com Teerã no início de janeiro.


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