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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Marinha dos EUA admite que capacidade defensiva russa cresce devido a mísseis Kalibr

Os novos mísseis Kalibr da Marinha russa levam aos novos patamares a capacidade de Moscou de deter e destruir os alvos dos adversários, dizem analistas estadunidenses.


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O último relatório da inteligência da Marinha dos EUA revela que os mísseis de cruzeiro Kalibr fornecem capacidades defensivas expandidas à marinha russa.




“A nova marinha russa tecnologicamente avançada, crescentemente armada com a família de armas Kalibr, será capaz de defender mais habilmente as aproximações marítimas da Federação da Rússia e esperar por influência significante em mares adjacentes”, diz o relatório, publicado em dezembro.

O relatório alegou um oficial de alta escalão da indústria defensiva russa que supostamente disse em 2011 que a família de Kalibr “fornece até às plataformas modestas, como as corvetas, capacidade ofensiva significante”.

Na semana passada vice-ministro da Defesa Yury Borisov revelou os planos de equipar duas corvetas da próxima geração com os novos sistemas Kalibr. Os navios de mísseis Uragan e Taifun devem ser entregues a marinha russa em 2017-2018.

Os especialistas avaliam que o Kalibr pode ser usado junto com outros mísseis de cruzeiro para efetuar missões semelhantes ao programa de Ataque Global Imediato (Prompt Global Strike, em inglês) desenhado para efetuar ataques precisos em qualquer lugar do mundo dentro de uma hora.

O sistema Kalibr que inclui mísseis de cruzeiro anti-navio, anti-submarino e contra alvos terrestres com alcance operacional mais de 2.000 quilômetros foi recentemente usado contra alvos terroristas na Síria no início de dezembro.

A Rússia está realizando um programa de rearmamento US$ 325 bilhões para a modernização de 70% de sua força militar em 2020.


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