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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Nota do Comando de Operações Navais sobre a matéria ‘Porta-aviões São Paulo terá tripulação reduzida para cortar gastos’

Poder Naval

Em relação à matéria publicada em 22 de janeiro pelo sítio “Poder Naval”, intitulada “Porta-aviões ‘São Paulo’ terá tripulação reduzida para cortar gastos” o Comando de Operações Navais esclarece que a decisão de reduzir a tripulação do Navio Aeródromo (NAe) “São Paulo” visa a direcionar para outros navios da Esquadra parte da tripulação que não estará diretamente envolvida nos reparos, a fim de manter o adestramento dessa parcela de pessoal. 

NAe A-12 São Paulo

É importante destacar que o NAe “São Paulo” permanece como um importante meio estratégico para o cumprimento da missão da Marinha, principalmente no que tange à tarefa básica do Poder Naval referente ao Controle de Área Marítima.

Em decorrência disso, a Alta Administração Naval estabeleceu uma Coordenadoria específica, na estrutura da Diretoria-Geral do Material da Marinha, a fim de conduzir a avaliação da modernização do Navio, que envolve, principalmente, estudos relativos a novos arranjos de sua propulsão, bem como, a necessária inspeção técnica do estado do seu casco, esta já realizada em 2015. Tal avaliação exige um trabalho minucioso, que demandará um tempo compatível com a sua complexidade para ser concluído e alcançar os resultados esperados, durante o qual, o NAe permanecerá ativo, porém sem operar, realizando apenas as tarefas de manutenção rotineiras.

O tempo necessário para o retorno do NAe “São Paulo” à plena atividade operativa dependerá, obviamente, das diversas metas que serão apontadas pela avaliação, a cargo da citada Coordenadoria, bem como, da disponibilidade de recursos orçamentários alocados à Marinha, a partir dos próximos anos, a qual será determinante para garantir a execução do projeto de modernização.

Tão logo o Navio recupere a sua condição operativa, será restabelecida a lotação de pessoal necessária à sua plena operação.

Por fim, a Marinha reitera o interesse na garantia da segurança e da manutenção do NAe “São Paulo”, almejando a breve retomada de sua total capacidade de operação.

Informo, ainda, que a divulgação da redução da tripulação do NAe “São Paulo” para a imprensa ocorreu de forma não compatível com as Normas e Regulamentos da MB, fato que será apurado por meio de procedimentos administrativos.



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