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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Nota do Comando de Operações Navais sobre a matéria ‘Porta-aviões São Paulo terá tripulação reduzida para cortar gastos’

Poder Naval

Em relação à matéria publicada em 22 de janeiro pelo sítio “Poder Naval”, intitulada “Porta-aviões ‘São Paulo’ terá tripulação reduzida para cortar gastos” o Comando de Operações Navais esclarece que a decisão de reduzir a tripulação do Navio Aeródromo (NAe) “São Paulo” visa a direcionar para outros navios da Esquadra parte da tripulação que não estará diretamente envolvida nos reparos, a fim de manter o adestramento dessa parcela de pessoal. 

NAe A-12 São Paulo

É importante destacar que o NAe “São Paulo” permanece como um importante meio estratégico para o cumprimento da missão da Marinha, principalmente no que tange à tarefa básica do Poder Naval referente ao Controle de Área Marítima.

Em decorrência disso, a Alta Administração Naval estabeleceu uma Coordenadoria específica, na estrutura da Diretoria-Geral do Material da Marinha, a fim de conduzir a avaliação da modernização do Navio, que envolve, principalmente, estudos relativos a novos arranjos de sua propulsão, bem como, a necessária inspeção técnica do estado do seu casco, esta já realizada em 2015. Tal avaliação exige um trabalho minucioso, que demandará um tempo compatível com a sua complexidade para ser concluído e alcançar os resultados esperados, durante o qual, o NAe permanecerá ativo, porém sem operar, realizando apenas as tarefas de manutenção rotineiras.

O tempo necessário para o retorno do NAe “São Paulo” à plena atividade operativa dependerá, obviamente, das diversas metas que serão apontadas pela avaliação, a cargo da citada Coordenadoria, bem como, da disponibilidade de recursos orçamentários alocados à Marinha, a partir dos próximos anos, a qual será determinante para garantir a execução do projeto de modernização.

Tão logo o Navio recupere a sua condição operativa, será restabelecida a lotação de pessoal necessária à sua plena operação.

Por fim, a Marinha reitera o interesse na garantia da segurança e da manutenção do NAe “São Paulo”, almejando a breve retomada de sua total capacidade de operação.

Informo, ainda, que a divulgação da redução da tripulação do NAe “São Paulo” para a imprensa ocorreu de forma não compatível com as Normas e Regulamentos da MB, fato que será apurado por meio de procedimentos administrativos.



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